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segunda-feira, 6 de abril de 2026

Mazda interrompe produção de veículos para o Oriente Médio devido à guerra no Irã

Montadora japonesa compensará a suspensão com aumento na fabricação de modelos voltados para o mercado europeu

Mazda
A montadora Mazda decidiu interromper a fabricação de veículos destinados ao mercado do Oriente Médio neste mês. A medida responde diretamente ao agravamento das tensões no Irã, que resultou no bloqueio do Estreito de Ormuz.

Apesar da paralisação setorial, a empresa planeja elevar a produção para a Europa, garantindo que o volume total de unidades produzidas não sofra alterações negativas, informou a emissora NHK.

Logística afetada pelo bloqueio marítimo
A Mazda exporta anualmente cerca de 30 mil veículos para países como Arábia Saudita e Israel. A companhia utiliza suas fábricas localizadas nas províncias de Hiroshima e Yamaguchi para atender essa demanda. No entanto, a crise diplomática e militar na região impossibilitou o escoamento da produção por rotas marítimas tradicionais.

Anteriormente, a fabricante manteve o cronograma de montagem enquanto buscava rotas alternativas de transporte. Contudo, o acúmulo de veículos nos pátios sem previsão de embarque forçou a suspensão das linhas de montagem voltadas para a região.

A Mazda manterá a pausa até o próximo mês e avaliará o cenário político para decidir os passos seguintes.

Ajuste estratégico e foco na Europa
Por outro lado, a crescente demanda por novos modelos no mercado europeu servirá como válvula de escape para a produção japonesa. A Mazda anunciou que aumentará o ritmo de fabricação para a Europa e outras regiões estáveis.

Nesse sentido, a diretoria da marca afirmou que o número total de veículos produzidos no Japão permanecerá dentro das metas planejadas.

Impacto no setor automotivo japonês
A crise no Irã não afeta apenas a Mazda, mas gera um efeito dominó entre as principais montadoras do Japão. A Toyota, por exemplo, reduziu sua produção para o Oriente Médio em cerca de 20 mil unidades no mês passado e prevê um corte de mais 24 mil veículos para este mês.

Ao mesmo tempo, a Nissan também sentiu os reflexos da instabilidade. A fabricante registrou uma queda de 1.200 unidades em sua produção recente e deve manter esse mesmo patamar de redução no período atual.

Perguntas frequentes

  • Por que a Mazda parou de produzir carros para o Oriente Médio?
    A suspensão ocorreu devido à tensão no Irã e ao bloqueio do Estreito de Ormuz, o que impede o transporte seguro dos veículos produzidos nas fábricas de Hiroshima e Yamaguchi.

  • O fechamento dessa linha de produção vai reduzir o trabalho no Japão?
    Não. A Mazda informou que vai aumentar a fabricação de carros voltados para a Europa, onde a demanda é alta. Com isso, o volume total de produção das fábricas japonesas não será afetado.

  • Quais outras marcas japonesas foram impactadas pela crise?
    Além da Mazda, a Toyota e a Nissan também anunciaram reduções significativas na produção de veículos destinados aos países do Oriente Médio devido aos problemas logísticos na região.
Fonte: Alternativa

terça-feira, 30 de setembro de 2025

Queda na produção em fábricas no Japão

Dados divulgados nesta terça-feira revelam queda na produção industrial japonesa em agosto, impactada pelas tarifas comerciais dos EUA

fábricas no Japão
A produção industrial do Japão caiu mais do que o esperado em agosto, após um declínio semelhante no mês anterior, à medida que as tarifas comerciais dos EUA pesaram nas exportações.

As vendas no varejo caíram inesperadamente para o seu nível mais baixo em quatro anos.

A produção industrial registrou uma queda de 1,2% mês a mês em agosto, conforme mostraram os dados do governo nesta terça-feira (30). Esse resultado foi mais fraco do que as expectativas de uma contração de 0,7% e se manteve estável em relação a um declínio de 1,2% em julho.

As vendas no varejo caíram 1,1% em comparação com o ano anterior, marcando seu primeiro declínio desde fevereiro de 2022 e sua maior queda desde agosto de 2021. Os números vieram em contraste com as expectativas de um aumento de 1%, revertendo uma alta de 0,4% em julho.

Esta fraqueza ocorre apesar da confirmação de um novo acordo comercial entre EUA e Japão no mês passado, que reduziu as tarifas planejadas sobre carros japoneses e componentes para um patamar básico de 15%, abaixo das propostas iniciais de 25%.

As tarifas revisadas ainda representam um obstáculo para as montadoras, que enfrentam margens de lucro mais estreitas e uma demanda mais fraca nos EUA.

Consumo privado japonês permaneceu contido
A fraqueza inesperada nos dados de vendas no varejo sinalizou que o consumo privado japonês, uma força motriz da economia, permaneceu contido devido aos ventos contrários da inflação persistente e da incerteza econômica.

O gasto privado tem sido um grande propulsor da inflação no Japão nos últimos anos e foi também um fator motivador para o Banco Central do Japão (BOJ) aumentar as taxas de juros.

O BOJ manteve suas taxas de juros estáveis em 0,5% no início deste mês, mas dois membros do conselho se opuseram, pedindo um aumento de um quarto de ponto percentual, sinalizando uma inclinação mais rígida do banco central.
Fonte: Portal Mie com Investing

terça-feira, 1 de outubro de 2024

Fujifilm construirá fábricas em Shizuoka e Oita para aumentar produção de materiais para chips

O investimento pela companhia japonesa é destinado a atender a crescente demanda voltada a materiais para semicondutores avançados

Fujifilm
A Fujifilm Corp. disse na segunda-feira (30) que gastará cerca de ¥20 bilhões para construir fábricas nas províncias de Shizuoka e Oita a fim de aumentar a produção de materiais semicondutores.

O investimento pela companhia japonesa é destinado a atender a crescente demanda voltada a materiais para semicondutores avançados em meio ao uso mais amplo de inteligência artificial e comunicações de alta velocidade de grande volume.

A Fujifilm investirá cerca de ¥13 bilhões para construir uma nova fábrica na cidade de Yoshida (Shizuoka), onde instalação com salas limpas e equipamento de inspeção serão introduzidos para o desenvolvimento, produção e avaliação de qualidade de materiais fotossensitivos de próxima geração.

A fábrica iniciará as operações no outono de 2025.

Em um complexo na cidade de Oita, a companhia gastará cerca de ¥7 bilhões para construir uma nova fábrica para aumentar a sua capacidade de produção de semicondutores em cerca de 40%.

A planta entrará em operação na primavera de 2026.
Fonte: Portal Mie com Nippon

quarta-feira, 28 de agosto de 2024

Toyota paralisa todas as suas 14 fábricas no Japão por causa de tufão

A decisão foi tomada visando garantir a segurança dos funcionários e parceiros, e também devido à falta de peças

Toyota Motor
A Toyota Motor anunciou que suspenderá as operações de todas as suas 14 fábricas de montagem de veículos no Japão a partir do turno noturno desta quarta-feira (28), informou o jornal Sankei.

A decisão foi tomada em consideração à aproximação do tufão número 10 (Shanshan), visando garantir a segurança dos funcionários e parceiros, e também devido à falta de peças causada pelo impacto na logística.

A suspensão afetará um total de 28 linhas de produção em todo o país.

Somente a linha 4 da fábrica de Hamura, localizada em Tóquio, retomará as operações na manhã de quinta-feira (29).

As outras 27 linhas permanecerão suspensas até pelo menos a noite de quinta-feira, e uma decisão sobre a retomada das operações será tomada na manhã do mesmo dia.

Esta é a primeira vez desde agosto de 2023, quando houve uma falha no sistema, que a Toyota suspende as operações de todas as suas 14 fábricas no Japão.
Fonte: Alternativa

terça-feira, 26 de dezembro de 2023

Daihatsu manterá fábricas paradas no Japão até fim de janeiro e pagará parte do salário aos funcionários

A montadora também disse que irá compensar 423 fornecedores com os quais tem relações comerciais diretas

Daihatsu
A Daihatsu Motor, divisão de carros compactos da Toyota Motor, suspendeu as operações em todas as suas fábricas no Japão devido a irregularidades para obter certificações de segurança. A paralisação ocorrerá ao menos até o fim de janeiro, informou a emissora MBS.

Alguns funcionários da montadora expressaram preocupação. Um homem de 30 anos disse estar inseguro quanto a sua situação financeira. Um funcionário de 20 anos espera que a recuperação da empresa ocorra logo, mencionando que a empresa prometeu compensações.

Enquanto isso, gerentes de revendedoras da Daihatsu em Osaka relataram dificuldades, recebendo muitas consultas de clientes preocupados após as notícias.

Eles expressaram mais preocupação com o incômodo causado aos clientes do que com a incapacidade de vender novos carros, esperando retomar a venda de veículos seguros o mais rápido possível.

A Daihatsu informou que os funcionários diurnos continuarão indo ao trabalho para revisar processos e realizar limpezas, enquanto os trabalhadores noturnos ficarão em casa.

A empresa vai oferecer compensação financeira semelhante ao que fez durante a pandemia de Covid-19, pagando uma parte dos salários.

Fornecedores de peças
A Daihatsu também disse que irá compensar 423 fornecedores japoneses com os quais tem relações comerciais diretas, devido à paralisação de suas fábricas no Japão.

A empresa considerará a compensação aos fornecedores com base nos volumes de negócios passados e está trabalhando para avaliar o impacto da paralisação em sua ampla rede de fornecedores.

As irregularidades envolvem 64 modelos de veículos, incluindo mais de 20 vendidos sob a marca Toyota.

A Daihatsu trabalhará com seus principais fornecedores para lidar com as consequências do escândalo e também pode ajudar subcontratados menores a acessar fundos de apoio do Ministério da Indústria.
Fonte: Alternativa

quarta-feira, 18 de outubro de 2023

Toyota amplia paralisação para 11 linhas de produção em 7 fábricas no Japão

A montadora decidirá nesta quarta se manterá ou não a suspensão na quinta-feira

Toyota
A Toyota Motor manteve nesta quarta-feira (18) a paralisação de parte de suas fábricas e subsidiárias no Japão devido a problemas com um fornecedor que afetaram a obtenção de peças, informou a emissora NHK.

A paralisação começou na noite de segunda-feira (16) em três fábricas da montadora e se estendeu na terça-feira para um total de 10 linhas de produção em seis fábricas nas províncias de Aichi e Mie.

Nesta quarta-feira, além das seis fábricas mencionadas, a suspensão foi ampliada para uma unidade em Kakamigahara (Gifu), totalizando agora 11 linhas afetadas em sete fábricas.

Explosão em fábrica de fornecedor
Na tarde de segunda-feira, ocorreu uma explosão em uma fábrica da Chuo Spring, um fornecedor de molas da montadora localizado em Toyota (Aichi).

Devido a este incidente, a Toyota teve que interromper parte das operações devido à falta desse tipo de componente.

A Toyota decidirá nesta quarta-feira se manterá ou não a paralisação na quinta-feira (19), enquanto considera alternativas para obter as peças que precisa.

Fábricas afetadas pela paralisação

  • Yoshihara, em Toyota (Aichi)
  • Fujimatsu, em Kariya (Aichi)
  • Inabe, em Mie
  • Takaoka, em Toyota
  • Tsutsumi, em Toyota
  • Nagakusa, em Obu (Aichi)
  • Gifu Shatai, em Kakamigahara (Gifu)

Fonte: Alternativa

sexta-feira, 7 de julho de 2023

Toyota pode fabricar baterias de veículos elétricos 24 horas por dia

A empresa espera envolver no plano duas fábricas em uma mesma cidade

Toyota
A Toyota Motor Corp. está considerando operar duas de suas unidades no Japão 24 horas por dia, inclusive aos sábados e domingos, para dar conta da produção de baterias de veículos elétricos, informou o Yomiuri.  

Geralmente as fábricas da Toyota não funcionam tarde da noite, de manhã cedo ou em feriados, mas a medida excepcional está sendo ponderada em antecipação a uma maior demanda por veículos elétricos.

A empresa explica que para fabricar baterias automotivas é preciso tempo para ligar e parar o maquinário, sendo que qualquer interrupção no meio desse processo pode levar a mais defeitos. 

A operação precisa ser contínua e é vista como essencial para baterias de qualidade, que são um componente central dos veículos elétricos (VEs).

A Toyota considera envolver nesse plano a fábrica Miyochi e sua unidade Shimoyama, ambas na cidade de Miyoshi, na província de Aichi.  

As duas as fábricas estão programadas para iniciar a produção de baterias até 2026, e as discussões com os sindicatos já começaram.

A Toyota deve seguir o exemplo de outros fabricantes de baterias automotivas, que implementaram operações 24 horas.

A empresa informou que busca aumentar as vendas globais de veículos elétricos para cerca de 3,5 milhões de unidades até 2030, ou cerca de 140 vezes o número atual.

No ano passado, a Toyota anunciou o investimento de até 730 bilhões de ienes na fabricação de baterias no Japão e nos Estados Unidos. 

Nos EUA, a empresa está construindo uma nova fábrica na Carolina do Norte em colaboração com a Toyota Tsusho Corp.
Fonte: Alternativa

quinta-feira, 27 de outubro de 2022

Canon considera trazer suas fábricas de volta ao Japão

A rápida desvalorização do iene foi algo positivo para a Canon, pois grande parte das vendas são no exterior. Mas, pensa em sair de alguns países

Canon
O CEO da Canon, Fujio Mitarai, disse em entrevista coletiva na quarta-feira (26) que os riscos geopolíticos estão aumentando nas bases de produção no exterior. “Esse é um grande desafio”, disse. 

“Vamos trazer as principais fábricas de volta ao Japão”, disse e esclareceu essa ideia.

Citou como exemplos a relação tensa entre China e Taiwan, dizendo que “nos países onde a economia pode ser afetada não podemos deixar – as bases de produção – sem vigilância. Há apenas duas opções: transferi-las para um país mais seguro ou trazê-las de volta ao Japão”.

E relembrou que no início deste ano fechou sua planta de câmeras na China.

Ele também apontou as mudanças no ambiente de trabalho no exterior como motivo para retornar ao Japão. No passado, quando montou suas fábricas na China e nos países do Sudeste Asiático o grande motivo foi em relação aos salários mais baixos.

No entanto, os salários e os preços locais aumentaram nos últimos anos, o que se tornou menos atraente”, explicou. A depreciação do iene favorece em relação aos custos, os quais se tornam relativamente mais baixos no Japão, por isso é apontada como uma das razões para o retorno ao mercado doméstico. 

Por outro lado, enfatizou que para promover o retorno ao Japão é preciso reduzir ainda mais os custos, promovendo a robotização e automação da produção.

Canon: lucro com a desvalorização do iene
Os resultados financeiros da Canon para o período de janeiro a setembro de 2022 anunciados no mesmo dia mostram que as vendas aumentaram 12,4% em relação ao ano anterior, um total de 2,874 trilhões de ienes. O lucro operacional aumentou 24% em relação ao ano anterior, resultando em 2.560 trilhões de ienes. Assim, o lucro líquido teve um aumento de 2,7%, cujo resultado foi de 159,1 bilhões de ienes.

As vendas no exterior representam 80% do total da Canon, sendo que a rápida depreciação do iene foi um forte vento que soprou a favor. “Não temos nada a perder com a desvalorização do iene. Congratulamo-nos com isso”, disse Mitarai.
Fonte: Portal Mie com Asahi 

quinta-feira, 8 de setembro de 2022

Honda amplia cortes de produção de veículos no Japão em setembro

A montadora culpou os atrasos no recebimento de peças devido à Covid-19

Honda motor
A Honda Motor disse nesta quinta-feira (8) que reduzirá a produção em até 40% em duas fábricas japonesas pelo resto do mês devido a problemas contínuos na cadeia de suprimentos e logística.

A unidade de montagem na província de Saitama reduzirá a produção em cerca de 40% este mês. Duas linhas na fábrica de Suzuka (Mie) reduzirão os planos de produção em cerca de 20% em setembro.

A Honda já havia anunciado que reduziria a produção em até 40% no início de setembro, mas agora ampliou os cortes para até o fim do mês.

A montadora culpou os atrasos no recebimento de peças e logística devido à Covid-19 e à escassez de semicondutores, afetando a produção de modelos como o utilitário esportivo Vezel, a minivan Stepwgn e o carro compacto Civic.

O Vezel e o N-Box, por exemplo, podem demorar mais de seis meses para chegar às concessionárias se o pedido for feito hoje.

A redução pode ser vista como um aviso de que as montadoras podem não conseguir aumentar os volumes de produção no segundo semestre do ano fiscal até o final de março para compensar um impacto causado por uma escassez persistente de chips e interrupções na cadeia de suprimentos no primeiro semestre.
Fonte: Alternativa com Reuters

quinta-feira, 28 de abril de 2022

Produção das fábricas no Japão aumenta em março pelo 2º mês seguido

A terceira maior economia do mundo está enfrentando pressão da invasão russa na Ucrânia

fábricas no Japão
Fábricas japonesas viram a produção aumentar pelo segundo mês consecutivo em março, uma vez que a forte demanda global por chips de alta tecnologia ajudou a aliviar algumas dúvidas que estão pesando sobre as perspectivas econômicas do país.

Depois de lutar para encenar uma recuperação convincente da pandemia de coronavírus, a terceira maior economia do mundo está enfrentando pressão da invasão russa na Ucrânia, altos preços de energia e commodities e medidas rígidas de lockdown na China que estão prejudicando a demanda.

A produção das fábricas cresceu 0,3% em março em relação ao mês anterior, mostraram dados oficiais nesta quinta-feira (28), com o crescimento da produção de itens como semicondutores compensando a queda na produção de veículos automotores.

Porém, o crescimento da produção desacelerou em relação a fevereiro, quando aumentou 2,0%. A alta de março foi mais fraca do que uma previsão de ganho de 0,5% em uma pesquisa da Reuters com economistas.

Dados separados mostraram que as vendas no varejo foram mais fortes do que o esperado depois que o governo suspendeu as restrições à pandemia, subindo 0,9% em março em relação ao mesmo mês do ano anterior e maior do que a previsão média do mercado para um aumento de 0,4%.

"O consumo pessoal provavelmente aumentará daqui para frente, mas as restrições de oferta afetarão a produção", disse Takumi Tsunoda, economista sênior do Shinkin Central Bank Research Institute.

“A produção, especialmente de veículos, provavelmente será impactada pela prolongada escassez de semicondutores, bem como pelo lockdown em Xangai”.

A natureza frágil da recuperação do Japão levou o banco central do país a permanecer resoluto em sua postura ultrafrouxa, movendo-se contra a maré de políticas mais rígidas adotadas por muitas das principais economias.

Os fabricantes consultados pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria (METI) esperam que a produção avance 5,8% em abril, seguida de queda de 0,8% em maio.

Até agora, o setor manufatureiro do Japão permaneceu resiliente diante da incerteza imposta pela situação da Ucrânia, que levou a um aumento nos preços das commodities. Um rápido enfraquecimento do iene também sobrecarregou os exportadores com custos de insumos mais altos.

Mas o consumo privado, que responde por mais da metade do produto interno bruto, ainda não se livrou totalmente do impacto da pandemia, depois que um aumento recorde da variante Ômicron atrasou sua recuperação nos primeiros meses do ano.
Fonte: Alternativa com Reuters

terça-feira, 16 de novembro de 2021

Japão anuncia plano de reforçar indústria de chips e baterias como parte do pacote de estímulos

O plano inclui ajuda financeira para instalação de fábricas e desenvolvimento de chips com outros países

indústria de chips
O pacote de estímulo econômico do Japão apresentará um plano para fortalecer urgentemente a indústria de chips, enquanto o governo também formulará uma estratégia para a produção de baterias “verdes”, disse o ministro do Comércio Koichi Hagiuda na segunda-feira (15).

Hagiuda revelou o plano dias antes de o primeiro-ministro Fumio Kishida anunciar um pacote de estímulo no valor de "várias dezenas de trilhões de ienes" para aliviar as consequências da pandemia Covid-19 e reaquecer a economia.

O plano seguiu-se a um anúncio feito pela Taiwan Semiconductor Manufacturing Co (TSMC) na semana passada sobre a construção planejada de uma fábrica de chips de US$ 7 bilhões no Japão com a Sony Group, um movimento bem recebido pelo governo japonês.

O setor de fabricação de chips do Japão, que já foi o primeiro setor do mundo na década de 1980, tem lutado para manter sua vantagem competitiva, mas entrou em declínio constante nas últimas três décadas, à medida que rivais regionais avançaram, como é o caso dos fabricantes taiwaneses.

"Uma das principais causas das três décadas perdidas foi a falta de investimento digital", disse Hagiuda em uma reunião em seu ministério.

"Muitos dos problemas que o Japão enfrenta poderiam ser resolvidos com o uso da tecnologia digital ... A chave para o crescimento pós-corona é revitalizar o investimento digital mais amplo em todo o país."

Hagiuda disse que o governo está considerando medidas para encorajar o estabelecimento de locais de produção em larga escala para baterias de armazenamento, que ele disse serem a chave para atingir metas verdes e digitais.

O Japão quer que a TSMC, fabricante mundial de chips, construa fábricas para fornecer chips às montadoras e fabricantes de dispositivos eletrônicos do Japão, visto que o atrito comercial entre os Estados Unidos e a China pode prejudicar as cadeias de fornecimento e aumentar a demanda pelo componente-chave.

O Japão promoverá bases de produção de semicondutores, vacinas contra a Covid-19 e medicamentos como parte de um plano de estímulo, que exige que o governo e o banco central compartilhem um forte senso de urgência, mantendo uma combinação apropriada de políticas monetárias e fiscais, um esboço visto pela agência de notícias Reuters.

A NHK publicou que o plano do governo com relação aos chips tem três estágios. No primeiro pretende atrair fabricantes de chips ao Japão através do fornecimento de ajuda financeira. 

O segundo e terceiro estágios do plano incluem um trabalho do Japão com os Estados Unidos e outras nações em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de chips mais avançados.
Fonte: Alternativa com Reuters

segunda-feira, 1 de novembro de 2021

Suzuki: parte das operações serão suspensas em novembro

Pelo terceiro mês consecutivo a montadora, com sede em Shizuoka, anunciou a suspensão parcial das operações

Suzuki Motor Japão
A Suzuki Motor informou na segunda-feira (1.º) que suspenderá algumas operações em sua planta de Sagara, em Makinohara (Shizuoka), em novembro, devido à falta de fornecimento de peças por causa da pandemia do novo coronavírus, mais especificamente no Sudeste Asiático. 

A montadora vem com operação parcial em suas fábricas domésticas de veículos acabados desde setembro devido à falta do fornecimento de autopeças. Em setembro 5 plantas foram fechadas por um total de 11 dias, e em outubro, foram 3 com paralisação por 6 dias.

A de Sagara será fechada por 1 dia em 13 deste mês. Nos períodos entre 1.º a 5 e 8 a 12, dois turnos serão suspensos por 10 dias. É onde se montam os veículos compactos, como Swift, Solo, X Bee, Ignis e outros. 

Até o momento não há informação sobre suspensão parcial em outras plantas de Kosai, Iwata, Hamamatsu e Osuka, cidade de Kakegawa.

Suzuki informou que o impacto da escassez de semicondutores na produção será de 350 mil unidades para todo o ano fiscal que termina em março de 2022, e que a suspensão das operações em novembro já foi levado em consideração.
Fonte: Portal Mie com Nikkei e Response

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Fábricas da Suzuki em Shizuoka vão parar por até 5 dias em setembro

A disseminação do coronavírus no sudeste da Ásia está dificultando a aquisição de peças

Fábricas da Suzuki
A Suzuki Motor anunciou nesta quinta-feira (2) que vai expandir a paralisação de suas fábricas na província de Shizuoka em setembro.

A disseminação do coronavírus no sudeste da Ásia está dificultando a aquisição de peças porque alguns países adotaram restrições e a produção das fábricas nesses locais foi afetada, segundo a montadora.

A fábrica de Sagara, em Makinohara, que já havia decidido suspender a produção por três dias, aumentou a paralisação para cinco dias.

A unidade de Iwata vai paralisar todas as operações por dois dias e suspender as atividades em dois dos três turnos por três dias.

Em Kosai, a unidade 1 vai suspender dois turnos por 10 dias e todas as operações por um dia.

A Suzuki estima um corte de produção de 350 mil veículos neste ano fiscal, que termina em março de 2022, devido à escassez de semicondutores e de outras peças automotivas.

Cronograma de paralisação das fábricas da Suzuki
Iwata: 1, 2 e 3 de setembro (dois turnos) e 6 e 7 de setembro (todos os turnos)

Kosai (unidade 1): 13 a 17 e 20 a 24 de setembro (dois turnos) e 18 de setembro (todos os turnos)

Kosai (unidade 2): 18 de setembro (todos os turnos)

Sagara: 1, 2, 3, 11 e 18 de setembro (todos os turnos)

Hamamatsu: 13 de setembro (todos os turnos)
Fonte: Alternativa

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Aumento da atividade fabril do Japão acelera e os custos sobem rapidamente, mostra pesquisa

Os fabricantes, no entanto, lutaram com a escassez de materiais

produção nas fábricas no Japão
O crescimento da produção nas fábricas no Japão acelerou em julho devido a uma expansão mais forte da produção e também aos novos pedidos, à medida que os fabricantes se beneficiaram de uma recuperação contínua da economia global atingida pela pandemia do coronavírus.

O índice au Jibun Bank Japan Manufacturing Managers Index (PMI) final subiu para 53,0 em uma base com ajuste sazonal de 52,4 no mês anterior. Isso em comparação com uma leitura de 52,2 divulgada no mês passado.

"O setor manufatureiro japonês continuou a observar uma melhora nas condições operacionais no início do terceiro trimestre", disse Usamah Bhatti, economista da IHS Markit, que compila a pesquisa.

A pesquisa PMI mostrou que a produção geral e os novos pedidos aumentaram em um ritmo mais rápido devido à forte produção nos setores automotivo e eletrônico e à sólida demanda por semicondutores. As expectativas das empresas para o próximo ano permaneceram firmes.

Os fabricantes, no entanto, lutaram com a escassez de materiais e interrupções logísticas decorrentes dos custos mais altos, uma vez que os preços dos insumos aumentaram pelo ritmo mais rápido desde setembro de 2008.

"A interrupção da cadeia de suprimentos continuou a impactar a atividade dentro do setor, com as empresas registrando a segunda maior deterioração nos prazos de entrega em mais de uma década", disse Bhatti.

A terceira maior economia do mundo deve crescer a um ritmo mais lento do que o inicialmente esperado no segundo e no terceiro trimestres, já que as restrições ao coronavírus em Tóquio e algumas outras áreas estão medindo o consumo, segundo mostrou uma pesquisa da Reuters no mês passado.
Fonte: Alternativa

sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Taxa de desemprego cai no Japão; fábricas sinalizam aumento de produção

A atividade industrial está se recuperando de uma queda relacionada à pandemia no início deste ano

Taxa de desemprego no Japão
A taxa de desemprego no Japão caiu para 2,9% em novembro e a disponibilidade de empregos cresceu ligeiramente no mês, mostraram dados do governo nesta sexta-feira (25).

As projeções da taxa de desemprego com ajuste sazonal para novembro indicavam o mesmo índice registrado no mês anterior, de 3,1%.

A proporção de empregos para candidatos aumentou para 1,06 em relação a 1,04 do mês anterior, segundo dados do Ministério do Trabalho.

A produção industrial do Japão provavelmente cresceu pelo sexto mês consecutivo em novembro, em um sinal de recuperação gradual na atividade das fábricas, embora um recente ressurgimento de infecções por Covid-19 obscureça as perspectivas, mostrou uma pesquisa da Reuters nesta sexta-feira.

Os dados do Ministério do Comércio, que serão divulgados na próxima segunda-feira, devem mostrar que a produção industrial cresceu 1,2% em novembro em relação ao mês anterior, desacelerando em relação a um ganho de 3,9% em outubro, de acordo com uma pesquisa da Reuters com 17 economistas.

A produção das fábricas do Japão está se recuperando de uma queda relacionada à pandemia no início deste ano, impulsionada pela demanda global por automóveis e bens de tecnologia, bem como bens de capital, mas alguns analistas disseram que as perspectivas eram incertas.

Takeshi Minami, economista-chefe do Instituto de Pesquisa Norinchukin, disse que novas infecções por vírus na Europa e na América paralisaram a atividade econômica nesses locais.

As vendas de automóveis nos EUA estão desacelerando e a recuperação da economia chinesa para o nível pré-pandêmico chegou ao fim, o que limitará a produção das fábricas japonesas, disse ele.

A terceira maior economia do mundo se recuperou da profunda recessão induzida pela Covid-19 no segundo trimestre, devido ao aumento das exportações e à retomada do consumo do setor privado.

No entanto, analistas temem que o aumento de infecções por coronavírus no Japão e em outros lugares possa manter qualquer recuperação modesta.
Fonte: Alternativa com Reuters

quinta-feira, 9 de julho de 2020

Toyota retoma produção em Kyushu a partir de hoje

Montadoras reajustam o trabalho nas fábricas devido às fortes chuvas
Toyota Fukuoka

 As três fábricas da Toyota em Fukuoka que estavam paradas devido às fortes chuvas, reiniciaram a produção nesta quinta-feira (9). As fábricas de Miyata (em Miyawaka), Kanda e Kokura (em Kitakyushu), reativarão também as linhas no período noturno (“yakin”).

Segundo informou a agência de notícias Bloomberg, as três fábricas estavam paradas desde a noite do dia 6.

A infraestrutura das linhas de produção não sofreu danos materiais e a empresa decidiu retomar as atividades hoje, depois de confirmar a segurança dos funcionários.

Mitsubishi e Mazda
Na quarta-feira (8), a Mitsubishi havia interrompido a produção em fábricas de Gifu e Nagano, onde são produzidos materiais para ventilação elétrica. A empresa disse que vai atualizar em breve as informações sobre a retomada do trabalho, depois de avaliar a segurança dos funcionários.

Por outro lado, a Mazda reiniciou as atividades na quarta-feira (8) nas fábricas em Hiroshima e Yamaguchi. Na terça-feira (7), a produção havia sido cancelada de manhã devido às fortes chuvas.

Conforme a frente de chuva se desloca para a região central, as montadoras informam que poderá haver alterações no esquema de produção.
Fonte: Alternativa

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Toshiba voltará as operações depois do Golden Week

Toshiba decide não estender o período de recesso das operações e planeja mudar sistema de trabalho durante o estado de emergência
Toshiba

Desde o dia 20 de abril, a Toshiba está com as operações paradas em diversos locais, com exceção nas usinas de energia, indústrias de infraestrutura para transporte e serviços de inspeção.

Entretanto, a Toshiba anunciou nesta segunda-feira (4) que voltará as operações normais no dia 7 deste mês.

A partir de junho, a empresa planeja incluir folgas semanais de 3 dias e implementar sistemas de homework para algumas atividades para reduzir o risco de contaminação dentro das fábricas.

Para manter a quantidade de horas trabalhadas anuais, a Toshiba pretende aumentar a carga horária diária.

Essa mudança afetará aproximadamente 10 mil funcionários, e está sob discussão com os sindicatos trabalhistas.

Em entrevista para a NHK, o presidente Nobuaki Kurumatani comentou: “Acredito que estender o período de estado de emergência seja sensato. Contudo, como empresa há grandes problemas para manter a infraestrutura social, movimentar a economia e proteger a saúde dos trabalhadores. Decidimos tomar estas medidas para diminuir o risco de contaminação e estimular e economia.”
Fonte: Portal Mie com NHK

terça-feira, 24 de março de 2020

Toyota anuncia paralisação em 5 fábricas no Japão a partir de 3 de abril

Segundo a montadora, e queda na demanda foi bem maior que as previsões
Toyota Japão

A Toyota Motor anunciou na noite desta segunda-feira (23) que vai paralisar cinco fábricas do grupo no Japão a partir de 3 de abril, devido à queda mundial na demanda por veículos provocada pelo novo coronavírus.

Segundo o jornal Yomiuri, a produção será suspensa parcialmente em três fábricas em Aichi, uma em Fukuoka e uma da subsidiária Hino em Hamura (Tóquio), afetando um total de sete linhas.

A Toyota disse que planeja normalizar a produção gradativamente até 15 de abril, mas isso vai depender da reação do mercado no mês que vem.

A montadora japonesa não fazia uma paralisação nessas proporções desde a crise financeira global em 2008, informou o Yomiuri.

A Toyota já havia anunciado a suspensão da produção na Europa, na América do Norte e no Brasil.

Segundo a montadora, e queda na demanda foi bem maior que as previsões, principalmente em países que decretaram quarentena, para onde os veículos nem podem ser transportados para venda.

A Toyota produziu 3,41 milhões de veículos no Japão no ano passado, incluindo a linha Lexus, sendo que 2,1 milhões de unidades foram para exportação.

Linhas que serão paralisadas:
- Linha 1 da unidade de Takaoka e linhas 1 e 2 da unidade de Tsutsumi, ambas em Toyota (Aichi), de 3 a 7 de abril

- Linha 1 da unidade de Tahara (Aichi), de 3 a 10 de abril

- Linha 3 da unidade de Tahara, de 3 a 14 de abril

- Linha 1 da unidade de Miyata, em Miyawaka (Fukuoka), de 3 a 15 de abril

- Linha 1 da unidade da Hino, em Hamura (Tóquio), de 3 a 6 de abril

Na terça-feira (24), a Mazda também anunciou paralisação em fábricas no Japão.
Fonte: Alternativa com Reuters

quarta-feira, 4 de março de 2020

Yamaha vai paralisar fábricas em Shizuoka por falta de peças da China

A empresa planeja recuperar a produção atrasada em abril e maio
Yamaha de Shizuoka

 A Yamaha vai paralisar linhas de produção em duas fábricas na província de Shizuoka por falta de peças que vêm da China, informou o jornal de negócios Nikkei nesta quarta-feira (4).

A fábrica de motocicletas em Iwata suspenderá a produção em algumas linhas a partir de 20 de março até o final do mês.

A empresa vai dar dois dias de folga remunerada aos funcionários das linhas afetadas. Se a paralisação for mais longa, eles serão colocados para trabalhar em outras seções, segundo o jornal.

A Yamaha planeja recuperar a produção atrasada nos meses de abril e maio. A fábrica de Iwata produz 180 mil motocicletas por ano, mas a empresa não informou quantas unidades deixarão de ser fabricadas no período de paralisação.

A fábrica de motores para barcos em Fukuroi também vai suspender algumas linhas depois de 20 de março e a empresa quer recuperar o atraso até maio ou junho.

Nissan
Muitas empresas estão sendo afetadas no Japão por causa do coronavírus, que fechou temporariamente fábricas de peças na China e interrompeu a cadeia de fornecimento.

A Nissan vai paralisar a produção por dois dias, em 6 e 14 de março, na fábrica de Fukuoka, e em 3 de março nas unidades de Tochigi e Hiratsuka (Kanagawa), devido à falta de autopeças da China.

A fábrica de Hiratsuka iria funcionar no próximo sábado (7), mas decidiu dar folga aos funcionários.

Honda
A Honda Motor anunciou na terça-feira que reduzirá temporariamente a produção no Japão devido à dificuldade de fornecimento de peças.

“A Honda ajustou levemente seu plano de produção nas (duas) fábricas em Saitama. O impacto geral é limitado”, disse um porta-voz da empresa à Reuters.
Fonte: Alternativa com Reuters

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Toyota vai retomar produção gradativamente até quinta-feira em fábricas no Japão

A empresa suspendeu as linhas nesta segunda-feira em 16 das 18 unidades de montagem de veículos
Toyota fábricas no Japão

A Toyota Motor disse que retomará as operações em suas fábricas de montagem gradativamente até quinta-feira (13), considerando que a unidade em Hokkaido, afetada pelo forte terremoto na semana passada, deve reiniciar a produção na noite desta segunda-feira (10).

Uma porta-voz da Toyota disse que a produção parcial será retomada na terça-feira (11) em algumas fábricas, incluindo as que ficam próximas à sede da empresa na província de Aichi, e as operadas pela Toyota Auto Body.

As operações devem ser retomadas nas outras fábricas até quinta-feira.

A empresa suspendeu a produção nesta segunda-feira em 16 das 18 fábricas de montagem de veículos, como consequência da paralisação de uma unidade que fabrica transmissões e outros componentes em Hokkaido e é uma importante fornecedora de peças para a produção da Toyota no Japão e no exterior.

Cronograma de retomada da produção
Dia 11:
- Todas as linhas das fábricas de Motomachi (Toyota, Aichi), Toyota Jidou Shokki e Toyota Shatai (Kariya, Aichi) e Gifu Shatai (Kakamigahara)

- Produção parcial nas unidades de Tahara, Takaoka (Toyota) e Tsutsumi (Toyota) e nas fábricas da Hino e da Daihatsu

Dia 13:
- Retomada de todas as linhas nas unidades de Tahara, Takaoka e Tsutsumi e nas fábricas da Hino e da Daihatsu, na Toyota Jidousha Kyushu (Miyawaka, Fukuoka) e na Toyota Jidousha Hihashi Nihon (Ohira, Miyagi)
Fonte: Alternativa