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segunda-feira, 7 de novembro de 2022

Cada vez mais empresas estão se mudando para Gunma, aponta jornal

Menos desastres naturais, conveniência e trabalho remoto estão entre os motivos

Gunma
Inúmeras empresas do Japão estão transferindo seus escritórios para a província de Gunma, noticiou o site do jornal 'The Mainichi'. Entre os motivos alegados estão o fato de ser uma região menos propensa a sofrer com desastres naturais, o sistema de transporte conveniente e o aumento do trabalho remoto em razão da pandemia do coronavírus.

A Nippon Telegraph and Telephone Corp. (NTT), empresa de telecomunicações com sede em Tóquio, estabeleceu no último dia 28 de outubro conexões com as cidades de Takasaki, em Gunma, e Quioto. A NTT começou a dispersar cerca de 200 funcionários, incluindo alguns dos departamentos de planejamento corporativo, para ambas localidades já no dia 3 de outubro. A escassez de terremotos nas duas cidades e a existência de estações de shinkansen foram determinantes.

Em princípio, os funcionários trabalharão em suas casas ou outros lugares. E caso Tóquio seja atingida por um terremoto, eles trabalharão de Quioto e Takasaki para que as operações sejam retomadas. O gerente geral do departamento de planejamento da NTT enfatizou. "Contribuiremos para uma sociedade descentralizada ao desenvolver uma infraestrutura de informação com resiliência a desastres, além de nos reorganizarmos longe dos centros”.

A fabricante de pneus com sede em Tóquio, Nihon Michelin Tire Co., também transferirá parte das funções de sua sede principal para a cidade de Ota, em agosto de 2023. O escritório de Tóquio, com isso, diminuirá de funções, uma vez que Gunma, onde se encontram muitas indústrias automotivas, passará a gerir vários negócios.

Em julho, a gigante de consultoria Deloitte Tohmatsu Group, também com sede em Tóquio, abriu uma base em frente à estação JR Maebashi para trabalhar no conceito do governo japonês de "uma Cidade Jardim Digital" entre outros projetos. Em maio, a empresa de TI Shift Plus Inc. também abriu seu primeiro escritório fora da província de Kochi, em Takasaki, citando a política digital de Gunma.

Acredita-se que a pressa das empresas em transferir funções para a província de Gunma esteja ligada a um aumento cada vez maior das preocupações com os desastres naturais, como terremotos e tufões, além da conscientização dos riscos de disseminação do coronavírus.

Gunma, por sua vez, está promovendo ações para atrair empresas como incentivos fiscais e empréstimos para companhias que contribuam para a economia local.
Fonte: Alternativa

terça-feira, 12 de maio de 2020

Subaru reinicia em Gunma com metade da produção normal

A montadora voltou a produzir depois da suspensão por causa dos efeitos da pandemia do novo coronavírus
Subaru

O fabricante de automóveis Subaru retomou a produção nas fábricas de Gunma, na segunda-feira (11), a qual estava suspensa por causa dos efeitos do novo coronavírus.

As plantas de Ota e Oizumi estavam com produção paralisada desde 9 de abril. No entanto, o problema da aquisição de peças continua, por isso, o nível de produção está planejado para cerca de metade do normal.

Deverá continuar nesse ritmo até 29 deste mês, informou a emissora estatal NHK.

Com a volta da Subaru os fabricantes locais também retomaram no mesmo dia. A indústria Toa Kogyo, uma das que voltou, também vai produzir cerca da metade, de acordo com a montadora Subaru. Cerca de 900 funcionários que estiveram de folga por um mês retomaram os seus postos.

Masami Kato, CEO da Toa Kogyo e presidente da Câmara de Comércio de Ota, disse “é um grande prazer para a comunidade e para a empresa retomar a operação da Subaru. Desejamos que o novo coronavírus seja extinto o mais rápido possível para voltarmos com a produção a todo vapor”.
Fonte: Portal Mie com NHK