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segunda-feira, 6 de abril de 2026

Mazda interrompe produção de veículos para o Oriente Médio devido à guerra no Irã

Montadora japonesa compensará a suspensão com aumento na fabricação de modelos voltados para o mercado europeu

Mazda
A montadora Mazda decidiu interromper a fabricação de veículos destinados ao mercado do Oriente Médio neste mês. A medida responde diretamente ao agravamento das tensões no Irã, que resultou no bloqueio do Estreito de Ormuz.

Apesar da paralisação setorial, a empresa planeja elevar a produção para a Europa, garantindo que o volume total de unidades produzidas não sofra alterações negativas, informou a emissora NHK.

Logística afetada pelo bloqueio marítimo
A Mazda exporta anualmente cerca de 30 mil veículos para países como Arábia Saudita e Israel. A companhia utiliza suas fábricas localizadas nas províncias de Hiroshima e Yamaguchi para atender essa demanda. No entanto, a crise diplomática e militar na região impossibilitou o escoamento da produção por rotas marítimas tradicionais.

Anteriormente, a fabricante manteve o cronograma de montagem enquanto buscava rotas alternativas de transporte. Contudo, o acúmulo de veículos nos pátios sem previsão de embarque forçou a suspensão das linhas de montagem voltadas para a região.

A Mazda manterá a pausa até o próximo mês e avaliará o cenário político para decidir os passos seguintes.

Ajuste estratégico e foco na Europa
Por outro lado, a crescente demanda por novos modelos no mercado europeu servirá como válvula de escape para a produção japonesa. A Mazda anunciou que aumentará o ritmo de fabricação para a Europa e outras regiões estáveis.

Nesse sentido, a diretoria da marca afirmou que o número total de veículos produzidos no Japão permanecerá dentro das metas planejadas.

Impacto no setor automotivo japonês
A crise no Irã não afeta apenas a Mazda, mas gera um efeito dominó entre as principais montadoras do Japão. A Toyota, por exemplo, reduziu sua produção para o Oriente Médio em cerca de 20 mil unidades no mês passado e prevê um corte de mais 24 mil veículos para este mês.

Ao mesmo tempo, a Nissan também sentiu os reflexos da instabilidade. A fabricante registrou uma queda de 1.200 unidades em sua produção recente e deve manter esse mesmo patamar de redução no período atual.

Perguntas frequentes

  • Por que a Mazda parou de produzir carros para o Oriente Médio?
    A suspensão ocorreu devido à tensão no Irã e ao bloqueio do Estreito de Ormuz, o que impede o transporte seguro dos veículos produzidos nas fábricas de Hiroshima e Yamaguchi.

  • O fechamento dessa linha de produção vai reduzir o trabalho no Japão?
    Não. A Mazda informou que vai aumentar a fabricação de carros voltados para a Europa, onde a demanda é alta. Com isso, o volume total de produção das fábricas japonesas não será afetado.

  • Quais outras marcas japonesas foram impactadas pela crise?
    Além da Mazda, a Toyota e a Nissan também anunciaram reduções significativas na produção de veículos destinados aos países do Oriente Médio devido aos problemas logísticos na região.
Fonte: Alternativa

sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

Mazda planeja construir fábrica de baterias para veículos elétricos no Japão

Localizada na cidade de Iwakuni, província de Yamaguchi, a planta visa produção anual de 10 gigawatts, disse a Mazda

Mazda
A Mazda anunciou em 6 de janeiro uma nova fábrica de baterias no Japão que montará células cilíndricas em módulos e packs de baterias para uso em um planejado veículo elétrico (VE) em uma plataforma dedicada.

Localizada na cidade de Iwakuni (Yamaguchi) a planta visa produção anual de 10 gigawatts, disse a Mazda.

As células serão fornecidas pela Panasonic sob um acordo entre as 2 companhias anunciado em junho de 2023 e aprovado por reguladoras japonesas em setembro de 2024.

Anteriormente, a Mazda lançou o MX-30 de baixo alcance tanto na forma toda elétrica quanto na de longo alcance e está fazendo parceria com a Changan Automobile da China no sedã elétrico EZ-6.

Entretanto, a Mazda disse que os módulos e packs montados em sua nova planta são destinados para a “primeira bateria de VEs da Mazda que usa uma plataforma de VE dedicada”, que também será montada no Japão. Isso provavelmente se refere aos SUVs elétricos que devem ser lançados em 2027 que a Mazda confirmou em novembro de 2024.

A Mazda indicou que VEs de alcance mais longo não são o futuro, mas o uso de células cilíndricas produz ganhos eficientes. Ela é a célula escolhida da Lucid e da Tesla – as marcas líderes de VEs – com a Panasonic fornecendo para ambas.

Outras montadoras também estão considerando células cilíndricas. A BMW está esperando grandes melhorias em eficiência dessas células em seus VEs Neue Klasse e a General Motors indicou as células como parte de uma estratégia geral de flexibilidade de células.
Fonte: Portal Mie com Green Car Reports

quarta-feira, 17 de julho de 2024

Mazda anuncia retomada da produção dos dois modelos

A montadora Mazda que foi uma das 5 alvo de fraude, informou que retomará a produção dos 2 modelos

Mazda
A Mazda informou na terça-feira (16) que retomará a produção dos dois modelos que foram considerados alvos de fraude na certificação de designação de modelo, em 30 de maio.

As linhas de produção que estavam suspensas desde 6 de junho por causa da investigação do Ministério das Terras, Infraestruturas, Transportes e Turismo (MLIT) são do modelo compacto Mazda2 e do esportivo Roadster RF, desde 6 de junho.

Essa investigação do MLIT terminou e foi constatado que a Mazda cumpria as normas. Por isso, em seguida, em 28 de junho, foi cancelada a ordem de suspensão da expedição dos dois modelos.

Assim, a linha de produção do modelo Mazda 2 será retomada na quinta-feira (18) e a outra linha, do Roadster RF, em 22 deste mês.

O volume de produção mensal dos dois modelos para o mercado interno é de aproximadamente 1,7 mil unidades. Até maio, havia recebido 3,5 mil pedidos.

E as outras montadoras?
Devido à fraude de certificação por parte de 5 montadoras, a Toyota Motor é a única que continua com a produção suspensa de três modelos, incluindo o Yaris Cross. O volume de produção dos três modelos é de aproximadamente 11 mil unidades por mês e a montadora anunciou que a paralisação deverá continuar até o fim de agosto. O MLIT entrou uma vez mais na Toyota para nova investigação, a qual ainda não foi concluída.

As demais montadoras – Honda, Nissan e Yamaha – foram investigadas e já liberadas.
Fonte: Portal Mie com HTV/NTV e Nikkei

quarta-feira, 12 de junho de 2024

Fraudes das 5 montadoras preocupam quase 70 mil empresas

Até terça-feira, só uma das 5 montadoras deu explicações aos fornecedores e parceiros, incluindo como compensá-los

montadoras
As fraudes das 5 montadoras em relação à designação dos modelos – Toyota, Mazda, Honda, Yamaha e Suzuki – deixam os fornecedores e parceiros preocupados, pois uma parte delas está com suspensão temporária das linhas de produção dos veículos alvo de investigação. 

A Tokyo Shoko Research revelou em junho de 2024 que as 7 montadoras nacionais têm pelo menos quase 70 mil parceiros de negócios em todo o país. Em termos de vendas, 36.798 são pequenas e médias empresas (PMEs) com vendas anuais inferiores a 1 bilhão de ienes e representam mais da metade das empresas. São as PMEs que suportam a cadeia de abastecimento.   

“Devido à descoberta das fraudes, uma parte da produção e com da expedição, estão ambas suspensas. Há preocupação do impacto sobre os fornecedores”, disse um porta-voz da Tokyo Shoko Research.

Quase 70 mil parceiros de negócios das montadoras afetados
Nessas circunstâncias, de acordo com o site oficial da Tokyo Shoko Research, foram extraídos de seu banco de dados de 3,9 milhões de empresas, os fornecedores dessas montadoras, de primeiro e segundo patamares dessa escala de produção direta e indireta, os quais somam 130.475. Depois de eliminada a duplicação de tradings dentro de cada fabricante de automóveis, existem 114.201 empresas, e mesmo depois de somar todas as tradings e eliminar as duplicações, a soma foi de 69.860 empresas. 

Analisando os parceiros de negócios por setor, a indústria de transformação, como os fabricantes de autopeças, responde pela maior fatia, de 29,9% do total. Seguiram-se o comércio atacadista, incluindo materiais siderúrgicos, máquinas e peças no atacado, com 19,5%, a indústria de serviços, como limpeza e conserto de máquinas, com 18,0%, e o comércio varejista, incluindo concessionárias de veículos, com 12,2%.

Por província, Tóquio tem o maior número de fornecedores e parceiros (13.693), seguida de Aichi (8.473), onde está localizada a sede da Toyota Motor. Em terceiro, quarto e quinto lugares, estão as empresas de Osaka, Kanagawa e Shizuoka, respectivamente. Mas, de outras províncias como Saitama, Hokkaido, Hiroshima, Hyogo e Fukuoka, todas juntas somam quase 10 mil empresas.

fornecedores

Montadoras obrigadas a dar explicações aos fornecedores
Em relação à questão da designação fraudulenta dos modelos das 5 montadoras, o Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão (MLIT), ordenou que que respondessem adequadamente aos clientes, fornecedores e parceiros de negócios, esclarecendo a situação e fornecendo explicações sobre o histórico do problema e como vão lidar com essa situação.

De acordo com uma pesquisa do Nagoya Bank, alguns fabricantes de autopeças esperam que as vendas caiam vários por cento, e o banco considerará fornecer apoio financeiro. Segundo informação desses fornecedores, a Toyota Motor explicou que “pagará integralmente” pela receita que deixarão de obter. 

Mazda foi a primeira a explicar a situação aos fornecedores e parceiros
A montadora Mazda, de Hiroshima, informou que irá aumentar a produção de outros modelos, a partir de 17 deste mês, excluindo os 2 das fraudes (Roadster RF e Mazda 2) que estão com as linhas paralisadas temporariamente. Informou que aumentou os pedidos aos fornecedores para os outros modelos, incluindo os destinados ao exterior, e irá fornecer compensações também. 

A Mazda foi a primeira das 5 montadoras a se pronunciar em relação aos fornecedores e parceiros de negócios. Segundo uma fonte do Nikkei Shimbun, essas explicações foram feitas em transmissão online com os parceiros.
Fonte: Portal Mie com Nikkei e Asahi

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

Queda na produção de 5 montadoras japonesas em janeiro

Cada uma das montadoras divulgou a sua produção de janeiro, mostrando queda comparada ao mesmo mês do ano anterior

montadoras japonesas
Os volumes de produção nacional e internacional anunciados pelas montadoras japonesas, na segunda-feira (27), relativos a janeiro deste ano, comparados com o mesmo mês do ano passado, mostram queda.

  • Nissan: menos 25%  
  • Subaru: menos 22%
  • Honda: menos 21%
  • Mitsubishi e Mazda: menos 6%

Os principais motivos foram o impacto da escassez de semicondutores, queda na produção na China por causa da epidemia do coronavírus e a estagnação das atividades corporativas devido ao feriado prolongado de final e começo de ano. 

Mas, 3 montadoras produziram mais
Por outro lado, o volume de produção da Toyota aumentou 8% em comparação ao mesmo mês do ano de 2022, para 689 mil unidades.

Embora a produção na China tenha caído abaixo do ano anterior, a Toyota explicou que a situação melhorou em relação ao ano passado, quando teve diversas paralisações nas suas plantas domésticas e no exterior.  

Outras duas montadoras que produziram mais foram a Suzuki e a Daihatsu, superando janeiro do ano passado.

Como a escassez de semicondutores continua, algumas das montadoras japonesas tiveram que suspender a produção temporariamente este mês. 
Fonte: Portal Mie com NHK

sábado, 15 de maio de 2021

Escassez de chips deve afetar 100 mil veículos Mazda em 2021

Escassez de semicondutores deve afetar cerca de 100 mil veículos da Mazda globalmente

Mazda Motor
A Mazda Motor disse na sexta-feira (14) que uma escassez de semicondutores deve afetar cerca de 100 mil veículos da montadora japonesa globalmente durante o ano fiscal.

Entretanto, a Mazda vai potencializar o estoque disponível para minimizar o abalo a cerca de 70 mil unidades globais, disse a montadora em uma declaração.

A mudança mundial para trabalho e estudo remotos durante a pandemia havia aumentado a demanda por notebooks e outros dispositivos, exacerbando uma escassez global de chips.

A escassez custará a montadoras US$110 bilhões em receitas perdidas neste ano, alta de uma estimativa anterior de US$61 bilhões, disse a empresa de consultoria AlixPartners, prevendo que a crise afetará a produção de 3,9 milhões de veículos.

Automóveis dependem de chips para tudo, de gerenciamento de computador de motores para melhor economia de combustível a funções de assistência ao motorista como freio de emergência.
Fonte: Portal Mie com Nippon

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Produção das montadoras japonesas cai 4,5% em janeiro devido à falta de chips

A produção global de veículos da Subaru despencou 29,2%

montadoras japonesas
A produção global das montadoras japonesas, incluindo a Honda Motor, caiu 4,51% em janeiro, em comparação ao mesmo mês de 2020, uma vez que uma escassez generalizada de chips forçou a indústria a fabricar menos veículos.

As sete maiores montadoras do país, incluindo Toyota Motor e Nissan Motor, produziram 2,12 milhões de veículos no mês passado, de acordo com cálculos da Reuters com base em dados de produção divulgados pelas empresas nesta quinta-feira (25).

Em dezembro, a produção teve um salto de 24%.

A indústria automobilística global luta contra a escassez de chips desde o final do ano passado, com as sanções do ex-presidente norte-americano Donald Trump às fábricas de chips chinesas agravando o problema.

No mês passado, a produção global de veículos da Honda e da Subaru caiu 8,8% e 29,2%, respectivamente, principalmente devido à escassez de semicondutores.

A produção global da Nissan Motor, por outro lado, aumentou 2,4% em janeiro em relação ao ano anterior.

Honda e Nissan, a segunda e a terceira maiores montadoras do Japão, anunciaram este mês que venderão 250 mil carros a menos no atual ano fiscal, que termina em março.

As montadoras Suzuki Motor, Mazda Motor e Mitsubishi Motors também viram a produção global cair em janeiro. Mas elas disseram que não houve nenhum impacto da escassez de chips.

A Toyota Motor, que anunciou no início deste mês ter um estoque de chips de até quatro meses, registrou um aumento de 1,9% na produção global, seu quinto mês consecutivo de ganhos.
Fonte: Alternativa com Reuters

sábado, 28 de novembro de 2020

Toyota, Suzuki, Honda, Mazda e Subaru têm aumento de produção em outubro

Por outro lado, Nissan, Mitsubishi e Daihatsu fabricaram menos veículos

montadoras japonesas

A produção global de oito grandes montadoras japonesas aumentou 2,7% em outubro, em relação ao mesmo mês de 2019, para 2,44 milhões de veículos, mantendo uma recuperação gradual dos efeitos da pandemia de coronavírus, informou a agência de notícias Kyodo na sexta-feira (27).

A produção aumentou pelo segundo mês consecutivo após um crescimento de 1,7% em setembro.

A Toyota Motor disse que sua produção global cresceu 9%, para 845.107 unidades, após um aumento de 11,7% no mês anterior, graças à recuperação das vendas no Japão e na China.

A produção no Japão aumentou 12%, para 309.582 unidades, apoiada pela popularidade de seu veículo utilitário esportivo Harrier renovado. A produção no exterior cresceu 7,4%, para 535.525 unidades.

As vendas globais da Toyota em outubro subiram 8,3%, para 847.713 unidades, apoiadas por vendas sólidas de seus modelos de luxo Lexus na China, o maior mercado automotivo do mundo, e um aumento na demanda de automóveis nos Estados Unidos.

"O ritmo de recuperação (na produção) tem sido mais rápido do que o esperado", disse um porta-voz da Toyota, acrescentando que a montadora observará de perto o recente ressurgimento global de infecções por coronavírus.

A Suzuki Motor disse que sua produção global saltou 27,1%, um recorde mensal para outubro, com 304.196 unidades, beneficiando-se da melhoria das vendas na Índia, onde a empresa tem uma grande participação de mercado.

A produção global da Honda Motor cresceu 5,7%, enquanto a Mazda Motor teve um aumento de 4,5% devido à sólida demanda por seu veículo utilitário esportivo CX-5.

A Subaru registrou um aumento de 14% na produção global, mostrando um forte crescimento em relação ao ano anterior, quando a empresa foi forçada a cortar a produção devido a um tufão.

A produção global da Nissan Motor caiu 15,1% devido em parte a uma mudança em seu foco para a lucratividade do volume de vendas.

A Mitsubishi Motors, membro de uma aliança com a Nissan e a Renault, viu uma queda de 33% na produção global, enquanto a Daihatsu Motor, uma subsidiária da Toyota na fabricação de miniveículos, teve uma redução de 3,6%.

Em outubro, as vendas globais das oito montadoras japonesas aumentaram 3,5% em relação ao ano anterior, para 2,30 milhões de veículos.
Fonte: Alternativa

quinta-feira, 9 de julho de 2020

Toyota retoma produção em Kyushu a partir de hoje

Montadoras reajustam o trabalho nas fábricas devido às fortes chuvas
Toyota Fukuoka

 As três fábricas da Toyota em Fukuoka que estavam paradas devido às fortes chuvas, reiniciaram a produção nesta quinta-feira (9). As fábricas de Miyata (em Miyawaka), Kanda e Kokura (em Kitakyushu), reativarão também as linhas no período noturno (“yakin”).

Segundo informou a agência de notícias Bloomberg, as três fábricas estavam paradas desde a noite do dia 6.

A infraestrutura das linhas de produção não sofreu danos materiais e a empresa decidiu retomar as atividades hoje, depois de confirmar a segurança dos funcionários.

Mitsubishi e Mazda
Na quarta-feira (8), a Mitsubishi havia interrompido a produção em fábricas de Gifu e Nagano, onde são produzidos materiais para ventilação elétrica. A empresa disse que vai atualizar em breve as informações sobre a retomada do trabalho, depois de avaliar a segurança dos funcionários.

Por outro lado, a Mazda reiniciou as atividades na quarta-feira (8) nas fábricas em Hiroshima e Yamaguchi. Na terça-feira (7), a produção havia sido cancelada de manhã devido às fortes chuvas.

Conforme a frente de chuva se desloca para a região central, as montadoras informam que poderá haver alterações no esquema de produção.
Fonte: Alternativa

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Montadoras têm alta na produção de setembro

Somente a Toyota produziu menos que o esperado
A maioria das montadoras de veículos anunciaram na segunda-feira (25) alta na produção e nas exportações de setembro com exceção da Toyota, que fabricou 672 mil unidades ou 1,3% a menos que setembro de 2009.
Esta foi a primeira queda na produção da Toyota nos últimos 12 meses em fábricas nos EUA, Europa e Japão.
A queda nas exportações da Toyota foi de 11% com 148 mil veículos. No mercado interno, as vendas tiveram 6,3% de queda com 133 mil veículos comercializados. Apesar da alta do iene, a Toyota anunciou que não levará para fora do país sua produção.
Já a Honda produziu 328 mil unidades marcando um crescimento de 9,2%. Suas exportações cresceram 67% com 28 mil unidades vendidas enquanto no mercado interno a alta foi de 8% com 56 mil unidades comercializadas.
A Nissan bateu seu recorde mensal com 27% de alta na produção global produzindo 395 mil unidades. Houve aumento da produção também nas fábricas da montadora no México e na Espanha. Quanto as exportações, cresceram 22% com 67 mil unidades.
A Suzuki produziu em setembro 257 mil veículos ou 23% de aumento e suas exportações cresceram 39% com 25 mil unidades. Já as vendas aumentaram 2% com 54 mil veículos comercializados.
Na Mazda, apesar da alta na produção (9,4%), as exportações e as vendas caíram.
Fonte: IPC Digital