Mostrando postagens com marcador Sharp. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sharp. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 4 de junho de 2024

Grande data center de IA será construído na fábrica de LCD da Sharp

A parceria resultará em uma empresa conjunta entre a Datasection, Sharp e a KDDI

Datasection, Sharp e a KDDI

A fabricante japonesa de eletrônicos Sharp Corp. anunciou na segunda-feira (3) que iniciou negociações para construir um data center de Inteligência Artificial (IA) com a operadora de telecomunicações KDDI Corp., publicou a Jiji Press.

As duas empresas, mais a integradora de sistemas Datasection Inc., de Tóquio, e a fabricante de servidores, a norte-americana Super Micro Computer Inc., construirão um dos maiores data centers de IA da Ásia.

O local escolhido é o da grande fábrica de produção de painéis de cristal líquido da Sharp em Sakai, província de Osaka, cujas operações terminarão em setembro.

A sede da fábrica da Sharp foi escolhido por dispor de eletricidade e água suficientes para resfriar instalações e equipamentos.

A KDDI apoiará a arquitetura e as operações de rede, e a Datasection adquirirá as soluções de IA refrigeradas a líquido em escala da Super Micro com as unidades de processamento gráfico de ponta da fabricante de chips americano Nvidia Corp.
Fonte: Alternativa

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Sharp aumentará produção global de máscaras cirúrgicas

A fabricante de eletrônicos planeja eventualmente vender direto aos consumidores
A Sharp já havia iniciado a produção de máscaras no Japão

A fabricante de eletrônicos Sharp produzirá máscaras cirúrgicas na Europa, Índia e China para responder a uma demanda repentina causada pela pandemia do novo coronavírus, disse o chefe executivo da empresa na quarta-feira (1º).

“Isso também poderia se tornar um negócio de longo termo e sustentável”, disse o presidente Tai Jeng-Wu em uma mensagem aos funcionários. As datas de início e escalas das operações serão determinadas posteriormente.

Essas medidas são uma extensão do negócio de fabricação de máscaras lançada em fevereiro pela empresa mãe taiwanesa Foxconn, a montadora líder de iPhones também conhecida como Hon Hai Precision Industry.

Como a pandemia continua a se espalhar, ultrapassando 910 mil casos no mundo desde o dia 1º de abril, de acordo com a Universidade Johns Hopkins, a demanda por máscaras de grau cirúrgico aumentou entre profissionais da área da saúde e o público.

A Sharp já havia iniciado a produção de máscaras no Japão, respondendo ao pedido do governo para compensar uma escassez nacional. A companhia cumpriu a primeira entrega no fim de março. O grupo sediado em Osaka faz uso de clean rooms (sala limpas) em uma planta de telas de cristal líquido na província de Mie.

O equipamento instalado para produzir as máscaras é subsidiado pelo governo. A Sharp produzirá eventualmente meio milhão de máscaras por dia, aumento da quantia inicial de 150 mil.

Por enquanto, a Sharp está fornecendo máscaras diretamente ao governo, mas há planos para vendê-las através do site de compras online da companhia.
Fonte: Portal Mie com Asia Nikkei

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Sharp anuncia fim da produção de eletrodomésticos no Japão

A Sharp anunciou que mesmo fechando as fábricas, os funcionários serão realocados
Sharp de Yao, em Osaka

A Sharp informou na quarta-feira (25) o fim da operação da planta de Yao (Osaka), a única base de fabricação de geladeiras e outros eletrodomésticos.
Conforme o planejamento, desde agosto do ano passado a setembro deste ano, a Sharp transferiu sua produção de eletrodomésticos chamados de linha branca para a Tailândia e outros países. Com esse fechamento, a Sharp encerra no Japão seus 63 anos de história desse segmento.

Tendo se tornado coligada da taiwanesa Hon Hai Precision Industry, a empresa-mãe está reorganizando as plantas do Japão. A Sharp fechará a fábrica de Katsuragi (Nara) e Hirano (Osaka) no próximo ano fiscal e deverá se concentrar em Yao, como base de pesquisa e desenvolvimento de eletrodomésticos com a tecnologia de Internet das Coisas-IoT.

Em relação ao desenvolvimento de novos eletrodomésticos, o desenvolvimento continuará sendo realizado no Japão.

Os funcionários dessas unidades serão realocados, segundo a fabricante.
Fonte: Portal Mie com Sankei

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Sharp pode fechar fábricas de TV no exterior e concentrar produção no Japão

Fechamento de fábricas de televisores na China e na Malásia está na agenda

sharp-tvA Sharp poderá fechar as fábricas restantes de televisores que mantém fora do Japão e ainda espera que suas operações no segmento sejam lucrativas no próximo ano, afirmou um executivo da companhia nesta quinta-feira.

O fechamento de fábricas de televisores na China e na Malásia está na agenda enquanto a empresa avalia várias medidas de reestruturação, disse Kenichi Kodani, diretor da divisão aparelhos de informação digital, a jornalistas.

A Sharp vendeu fábrica de TV na Polônia no ano passado e acertou venda de unidade no México para a chinesa Hisense Group neste ano. Com o eventual fechamento de fábricas na China e na Malásia, a empresa terá sua estrutura produtiva de televisores concentrada apenas no Japão.

Pioneira na tecnologia de telas de cristal líquido (LCD), a Sharp lançou em 1987 sua primeira TV LCD, um modelo de três polegadas. A empresa já foi uma fabricante altamente lucrativa de televisores sofisticados, mas teve dificuldades para inovar e enfrentar competição de preços com rivais asiáticos.

Kodani, entretanto, afirmou que sua divisão, cujo principal negócio são televisores, provavelmente terá lucro no ano fiscal que começa em abril, por causa da forte demanda no Japão por modelos de definição ultra-alta (4K).
Fonte: Alternativa

sábado, 19 de janeiro de 2013

Sharp reduz produção de telas para iPad após mudança em demanda

Segundo fontes, demanda da Apple mudou para tela menor do iPad mini.
Produção de telas para o iPad na fábrica da Sharp caiu ao nível mínimo.

A Sharp, do Japão, quase paralisou a produção de telas de 9,7 polegadas para o iPad, da Apple, de acordo com duas fontes, já que a demanda mudou para o iPad mini, de tela menor.

A fabricação de telas para o iPad na fábrica de Kameyama, da Sharp, no centro do Japão, caiu ao nível mínimo para manter a linha operacional, este mês, depois de uma redução gradual de pedidos iniciada no final de 2012, porque a Apple está administrando seus estoques, disseram as fontes setoriais informadas sobre os planos de produção da Apple à Reuters.

Miyuki Nakayama, porta-voz da Sharp, afirmou que "não prestamos informações sobre nossos volumes de produção". Executivos da Apple, contatados depois do encerramento do expediente normal na Califórnia, não quiseram comentar de imediato.

As fontes não informaram que proporção a redução de pedidos se devia a mudanças sazonais de demanda e que proporção se devia à opção dos compradores pelo iPad mini, de menor porte, e disseram que não tinham informações sobre as vendas gerais de tablets da Apple.

A empresa Macquarie Research estimou que os embarques de iPads despencarão em cerca de 40% no trimestre em curso, para cerca de oito milhões de unidades ante 13 milhões no trimestre precedente, ainda que os embarques gerais de tablets da Apple devam mostrar queda muito menor devido às fortes vendas do iPad mini.

Rumores
Quaisquer indicações de que o iPad está enfrentando dificuldades poderiam agravar a preocupação de que os produtos da Apple estão perdendo seus atrativos, depois de reportagens de que a empresa está reduzindo fortemente seus pedidos de telas e outros componentes para o iPhone 5 junto aos fornecedores asiáticos.

Além da Sharp, a Apple também compra telas para o iPad da LG Display, seu maior fornecedor, e da Samsung Display, a subsidiária de telas da Samsung Electronics. LG Display e Samsung se recusaram a comentar. Uma fonte na Samsung Display disse, porém, que não houve mudança significativa nas vendas de painéis à Apple, que vem reduzindo aos poucos suas compras junto ao fornecedor sul-coreano.

Uma pessoa que conhece a situação da LG Display disse que a produção de telas para o iPad neste trimestre havia caído em relação ao precedente, mas principalmente pela fraca demanda sazonal que caracteriza o período posterior à movimentada temporada de festas. As vendas do iPad podem ter sofrido com a temporada natalina fraca, que também prejudicou outros fabricantes de eletrônicos.
Fonte: G1

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Prejuízos bilionários levam gigantes tecnológicos japoneses a se reinventar

Sony, Sharp e Panasonic fecharam com números vermelhos o primeiro semestre fiscal no Japão
Sony Sharp Panasonic

As multinacionais Sony, Sharp e Panasonic fecharam com números vermelhos o primeiro semestre fiscal no Japão - um reflexo das dificuldades deste setor no país asiático em relação à força do iene e à crescente concorrência da Coreia do Sul. No caso da Sony, o agressivo plano de reestruturação de seu novo presidente, Hazuo Kirai, começa no entanto a dar resultados, e já conseguiu diminuir seu prejuízo de abril a setembro em 5,7% anualizado, para US$ 500 milhões.

Desde que, no ano passado, a companhia reportou mais de US$ 5,7 bilhões de perdas - e teve seu quarto ano consecutivo em negativo -, a Sony iniciou uma estratégia que prevê 10 mil demissões durante 2012 (cerca de 6% de sua força de trabalho), cortes de despesas e o reforço de suas divisões de eletrônica. Com o plano, o grupo tenta fugir dos números vermelhos neste mesmo ano e conseguir um lucro de US$ 246 milhões.

Nos primeiros seis meses do ano fiscal de 2012, a Sony viu cair as vendas de suas divisões tradicionais, como videogames (-15,2%), imagem digital (-5,7%) e televisores e outros dispositivos audiovisuais (-25,6%), o que a levou a buscar melhores resultados em outros segmentos e se reinventar. Deste modo, destacaram-se outros setores menos conhecidos, como o de serviços financeiros, bancários e de seguros, que cresceu nestes seis meses 10,4% (anualizado), e, sobretudo, o de dispositivos móveis e comunicação, que impulsionado pelas vendas de telefones celulares cresceu 121,7%.

Além disso, a Sony olha com otimismo para um futuro próximo no qual sua aliança com a Olympus, empresa da qual é a maior acionista, lhe permitirá entrar totalmente no setor de instrumentos médicos, que o próprio Hirai espera se transforme em "fundamental" para a companhia.

O complexo cenário de negócios pela crise na Europa e a desaceleração econômica, unido à persistente apreciação do iene, afetaram gravemente as principais empresas exportadoras japonesas, um pilar que sustenta 40% do PIB do país. Os casos da Sharp e da Panasonic também são claros exemplos da complexa situação pela qual passam as empresas tecnológicas japonesas, já que ambas apresentaram perdas multimilionárias nos primeiros seis meses do ano fiscal e não têm perspectivas de se reerguer, pelo menos ainda neste ano.

A Sharp anunciou nesta quinta-feira um prejuízo, entre abril e setembro, de US$ 4,8 bilhões, quase dez vezes a mais que no mesmo período de 2011, e sua previsão para o final de ano é sofrer mais de US$ 5,57 bilhões em perdas, o pior resultado de sua história. A empresa, que em setembro completou seu centenário, se viu "traída" pelos televisores, aparelho que introduziu nos lares japoneses em 1953 e cuja deterioração a levou a iniciar medidas severas de reestruturação e a apostar, em seu lugar, pelo prolífico ramo de telas para "smartphones".

Em seu passo rumo ao ocaso, o setor de televisores LCD da Sharp caiu no primeiro semestre 43,4%, ante o retrocesso da demanda doméstica e do mercado chinês, maior destino das exportações japonesas e cujos intercâmbios diminuíram ultimamente devido a uma histórica disputa territorial. Além disso, a companhia baseada em Osaka deverá ter neste ano fiscal custos extraordinários pela redução de seu quadro de funcionários - mais de US$ 1,62 bilhão.

Já a Panasonic viu suas ações desabarem ontem quase 20% na Bolsa de Tóquio após anunciar ontem que multiplicou por cinco sua perda líquida entre abril e setembro, e que espera um prejuízo de mais de US$ 9,57 bilhões em 2012. A gigante, imersa da mesma forma que suas concorrentes em um estrito plano de reestruturação, também sofre com o saturado segmento de televisões, e projeta uma iminente e forçada aposta nos setores de produtos de baixo consumo e painéis solares.
Fonte: IPC Digital com Efe