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sexta-feira, 6 de junho de 2025

Suzuki voltará à produção após resolver problema em consequência do tarifaço de Trump

A escassez de peças foi o motivo da paralisação da Suzuki, mas atrás disso tem um problema ainda maior em consequência do tarifaço do Trump

Suzuki
Na quinta-feira (5) a Suzuki informou que retomará a produção parcialmente a partir de 13 deste mês, depois de ter informado sobre a paralisação temporária por escassez de peças.

Mas, ao que parece, o problema não é a simples escassez no fornecimento de peças que causou essa paralisação na planta de Sagara, na cidade de Makinohara (Shizuoka), onde a Suzuki produz o modelo Swift, desde 26 de maio.

Segundo informações obtidas pela imprensa japonesa, se deve às restrições de exportação de terras raras da China. Isso sim causou o atraso na aquisição das peças. 

Esta é a primeira vez que fica claro que o impacto das restrições à exportação da China está se espalhando para as principais montadoras nacionais.

O atraso nos procedimentos de importação das terras raras, fez com que a montadora não conseguisse adquirir peças suficientes. No entanto, a Suzuki anunciou na quinta-feira que garantiu a aquisição e que a produção será retomada gradualmente a partir de 13, retornando à produção normal a partir do dia 16.

Porque isso afetou a produção da Suzuki
As terras raras são minerais importantes usados ​​em motores de veículos elétricos (VEs) e veículos híbridos (VHs), e a China é responsável por 70% da produção global. Em abril deste ano, o governo chinês começou a restringir as exportações das terras raras como parte das contramedidas ao tarifaço de Trump. As exportações exigem permissão das autoridades, o que torna o fornecimento instável em todo o mundo.

De acordo com a Bloomberg News, a Ford Motor interrompeu a produção de alguns modelos de veículos em maio devido às restrições de exportação. As empresas europeias também estão enfrentando interrupções em suas cadeias de suprimentos.

Os riscos da dependência da China para minerais importantes vêm sendo apontados há algum tempo. Parece que as principais montadoras nacionais, além da Suzuki, não serão afetadas, mas há uma possibilidade de que as empresas revisem cada vez mais suas redes de fornecimento.
Fonte: Portal Mie com Yomiuri, NHK, NetDenJd e Car Watch

quarta-feira, 26 de março de 2025

Suzuki anuncia retomada parcial da produção mas o futuro ainda é incerto

A montadora Suzuki, de 4 rodas, retoma parcialmente a produção em apenas uma planta, mas se vai poder continuar operando ainda não tem previsão

suzuki XBee
A montadora Suzuki, uma das 3 prejudicadas pela explosão ocorrida em 6 deste mês na Chuo Spring de Aichi, teve que paralisar suas linhas de produção de 2 plantas, Kosai número 2 e Sagara, ambas na província de Shizuoka.

Em 21, ainda com as duas plantas com operação suspensa, a montadora informou que decidiria a data da retomada da produção, mas essa decisão depende do fornecedor de molas automotivas Chuo Spring. 

Na quarta-feira (26), informou que retomou parcialmente a produção, apenas na planta de Kosai número 2 e deverá prosseguir na quinta e sexta-feira (28).

A planta de Sagara, na cidade de Makinohara, continuará com a paralisação até quinta-feira (27).

Mas, ainda não está claro se as 2 plantas poderão operar após 31 deste mês, necessitando confirmar na sexta-feira, pois depende do fornecedor.
Fonte: Portal Mie com NewSwitch

sexta-feira, 1 de novembro de 2024

Suzuki vai fornecer VEs fabricados na Índia para a Toyota

A Suzuki Motors diz que começará a fabricar os veículos elétricos na primavera do próximo ano e a Toyota planeja vendê-los globalmente

Suzuki e Toyota
A montadora japonesa Suzuki diz que fornecerá à Toyota veículos esportivos utilitários (SUVs) elétricos produzidos na Índia.

A Suzuki Motors diz que começará a fabricar os VEs na primavera do próximo ano e que a Toyota planeja vendê-los globalmente.

A plataforma de modelo, segundo a Suzuki, foi desenvolvida em conjunto com a Toyota e a Daihatsu.

A Suzuki e a Toyota formaram uma parceria de negócios em 2017 e uma relação de capital em 2019.

Fabricantes japonesas estão aprofundando cooperação no campo de VEs em meio à feroz competição global.

A Honda e a Nissan estão considerando fornecer baterias uma para a outra, dentre outras formas de cooperação.
Fonte: Portal Mie com NHK

quarta-feira, 12 de junho de 2024

Fraudes das 5 montadoras preocupam quase 70 mil empresas

Até terça-feira, só uma das 5 montadoras deu explicações aos fornecedores e parceiros, incluindo como compensá-los

montadoras
As fraudes das 5 montadoras em relação à designação dos modelos – Toyota, Mazda, Honda, Yamaha e Suzuki – deixam os fornecedores e parceiros preocupados, pois uma parte delas está com suspensão temporária das linhas de produção dos veículos alvo de investigação. 

A Tokyo Shoko Research revelou em junho de 2024 que as 7 montadoras nacionais têm pelo menos quase 70 mil parceiros de negócios em todo o país. Em termos de vendas, 36.798 são pequenas e médias empresas (PMEs) com vendas anuais inferiores a 1 bilhão de ienes e representam mais da metade das empresas. São as PMEs que suportam a cadeia de abastecimento.   

“Devido à descoberta das fraudes, uma parte da produção e com da expedição, estão ambas suspensas. Há preocupação do impacto sobre os fornecedores”, disse um porta-voz da Tokyo Shoko Research.

Quase 70 mil parceiros de negócios das montadoras afetados
Nessas circunstâncias, de acordo com o site oficial da Tokyo Shoko Research, foram extraídos de seu banco de dados de 3,9 milhões de empresas, os fornecedores dessas montadoras, de primeiro e segundo patamares dessa escala de produção direta e indireta, os quais somam 130.475. Depois de eliminada a duplicação de tradings dentro de cada fabricante de automóveis, existem 114.201 empresas, e mesmo depois de somar todas as tradings e eliminar as duplicações, a soma foi de 69.860 empresas. 

Analisando os parceiros de negócios por setor, a indústria de transformação, como os fabricantes de autopeças, responde pela maior fatia, de 29,9% do total. Seguiram-se o comércio atacadista, incluindo materiais siderúrgicos, máquinas e peças no atacado, com 19,5%, a indústria de serviços, como limpeza e conserto de máquinas, com 18,0%, e o comércio varejista, incluindo concessionárias de veículos, com 12,2%.

Por província, Tóquio tem o maior número de fornecedores e parceiros (13.693), seguida de Aichi (8.473), onde está localizada a sede da Toyota Motor. Em terceiro, quarto e quinto lugares, estão as empresas de Osaka, Kanagawa e Shizuoka, respectivamente. Mas, de outras províncias como Saitama, Hokkaido, Hiroshima, Hyogo e Fukuoka, todas juntas somam quase 10 mil empresas.

fornecedores

Montadoras obrigadas a dar explicações aos fornecedores
Em relação à questão da designação fraudulenta dos modelos das 5 montadoras, o Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão (MLIT), ordenou que que respondessem adequadamente aos clientes, fornecedores e parceiros de negócios, esclarecendo a situação e fornecendo explicações sobre o histórico do problema e como vão lidar com essa situação.

De acordo com uma pesquisa do Nagoya Bank, alguns fabricantes de autopeças esperam que as vendas caiam vários por cento, e o banco considerará fornecer apoio financeiro. Segundo informação desses fornecedores, a Toyota Motor explicou que “pagará integralmente” pela receita que deixarão de obter. 

Mazda foi a primeira a explicar a situação aos fornecedores e parceiros
A montadora Mazda, de Hiroshima, informou que irá aumentar a produção de outros modelos, a partir de 17 deste mês, excluindo os 2 das fraudes (Roadster RF e Mazda 2) que estão com as linhas paralisadas temporariamente. Informou que aumentou os pedidos aos fornecedores para os outros modelos, incluindo os destinados ao exterior, e irá fornecer compensações também. 

A Mazda foi a primeira das 5 montadoras a se pronunciar em relação aos fornecedores e parceiros de negócios. Segundo uma fonte do Nikkei Shimbun, essas explicações foram feitas em transmissão online com os parceiros.
Fonte: Portal Mie com Nikkei e Asahi

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

Queda na produção de 5 montadoras japonesas em janeiro

Cada uma das montadoras divulgou a sua produção de janeiro, mostrando queda comparada ao mesmo mês do ano anterior

montadoras japonesas
Os volumes de produção nacional e internacional anunciados pelas montadoras japonesas, na segunda-feira (27), relativos a janeiro deste ano, comparados com o mesmo mês do ano passado, mostram queda.

  • Nissan: menos 25%  
  • Subaru: menos 22%
  • Honda: menos 21%
  • Mitsubishi e Mazda: menos 6%

Os principais motivos foram o impacto da escassez de semicondutores, queda na produção na China por causa da epidemia do coronavírus e a estagnação das atividades corporativas devido ao feriado prolongado de final e começo de ano. 

Mas, 3 montadoras produziram mais
Por outro lado, o volume de produção da Toyota aumentou 8% em comparação ao mesmo mês do ano de 2022, para 689 mil unidades.

Embora a produção na China tenha caído abaixo do ano anterior, a Toyota explicou que a situação melhorou em relação ao ano passado, quando teve diversas paralisações nas suas plantas domésticas e no exterior.  

Outras duas montadoras que produziram mais foram a Suzuki e a Daihatsu, superando janeiro do ano passado.

Como a escassez de semicondutores continua, algumas das montadoras japonesas tiveram que suspender a produção temporariamente este mês. 
Fonte: Portal Mie com NHK

quinta-feira, 17 de março de 2022

Suzuki suspende produção de Wagon R e outros modelos por 2 dias em Shizuoka

As montadoras japonesas estão tendo problemas com a aquisição peças

Suzuki
A Suzuki suspendeu parte da produção de sua fábrica número 2 em Kosai (Shizuoka) por dois dias, na quarta (16) e nesta quinta-feira (17), devido à falta de peças, informou a agência de notícias Jiji Press.

A fábrica número 2 é responsável pela montagem do compacto Wagon R, além de outros modelos como Alto, Lapin, Hustler e Jimny.

Apenas a produção do Jimny foi mantida nesses dois dias.

A Suzuki já havia anunciado a suspensão da produção em sua fábrica de Sagara, na cidade de Makinohara (Shizuoka), nos dias 5 e 12 deste mês.

Além disso, a unidade de Sagara não terá turno noturno por 10 dias, entre 14 e 18 de março e 21 e 25 do mesmo mês.

A Suzuki e outras montadoras japonesas estão tendo problemas com a aquisição peças automotivas, incluindo chips, porque alguns fornecedores foram afetados pelo aumento de casos de Covid-19 e reduziram a produção.
Fonte: Alternativa comReuters

segunda-feira, 1 de novembro de 2021

Suzuki: parte das operações serão suspensas em novembro

Pelo terceiro mês consecutivo a montadora, com sede em Shizuoka, anunciou a suspensão parcial das operações

Suzuki Motor Japão
A Suzuki Motor informou na segunda-feira (1.º) que suspenderá algumas operações em sua planta de Sagara, em Makinohara (Shizuoka), em novembro, devido à falta de fornecimento de peças por causa da pandemia do novo coronavírus, mais especificamente no Sudeste Asiático. 

A montadora vem com operação parcial em suas fábricas domésticas de veículos acabados desde setembro devido à falta do fornecimento de autopeças. Em setembro 5 plantas foram fechadas por um total de 11 dias, e em outubro, foram 3 com paralisação por 6 dias.

A de Sagara será fechada por 1 dia em 13 deste mês. Nos períodos entre 1.º a 5 e 8 a 12, dois turnos serão suspensos por 10 dias. É onde se montam os veículos compactos, como Swift, Solo, X Bee, Ignis e outros. 

Até o momento não há informação sobre suspensão parcial em outras plantas de Kosai, Iwata, Hamamatsu e Osuka, cidade de Kakegawa.

Suzuki informou que o impacto da escassez de semicondutores na produção será de 350 mil unidades para todo o ano fiscal que termina em março de 2022, e que a suspensão das operações em novembro já foi levado em consideração.
Fonte: Portal Mie com Nikkei e Response

quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Fábricas da Suzuki em Shizuoka vão parar por 1 a 3 dias em outubro

A montadora vem enfrentando escassez de chips e outras peças automotivas

Suzuki
A Suzuki Motor anunciou nesta quinta-feira (30) que fechará duas fábricas na província de Shizuoka por um a três dias em outubro devido à escassez de chips e outras peças automotivas.

A disseminação do coronavírus no sudeste da Ásia está dificultando a aquisição de peças porque alguns países adotaram restrições e a produção das fábricas nesses locais foi afetada.

A Suzuki vai paralisar a fábrica número 1 em Kosai por três dias, em 1, 4 e 29 de outubro; a fábrica 2 por dois dias, em 1 e 29, e a unidade de Hamamatsu por um dia, em 4 de outubro.

As fábricas de Iwata e Sagara (Makinohara) não serão afetadas em outubro, segundo a montadora.

A Suzuki suspendeu a produção por até cinco dias nas fábricas de Shizuoka em setembro devido ao mesmo problema da falta de peças.

A fábrica de Kosai é responsável pela montagem de modelos como Alto, Spacia, Wagon R, Hustler e Jimny. Já a unidade de Hamamatsu produz motocicletas como GSX-R1000R ABS e V Strom 1050XT ABS.
Fonte: Alternativa com Reuters

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Fábricas da Suzuki em Shizuoka vão parar por até 5 dias em setembro

A disseminação do coronavírus no sudeste da Ásia está dificultando a aquisição de peças

Fábricas da Suzuki
A Suzuki Motor anunciou nesta quinta-feira (2) que vai expandir a paralisação de suas fábricas na província de Shizuoka em setembro.

A disseminação do coronavírus no sudeste da Ásia está dificultando a aquisição de peças porque alguns países adotaram restrições e a produção das fábricas nesses locais foi afetada, segundo a montadora.

A fábrica de Sagara, em Makinohara, que já havia decidido suspender a produção por três dias, aumentou a paralisação para cinco dias.

A unidade de Iwata vai paralisar todas as operações por dois dias e suspender as atividades em dois dos três turnos por três dias.

Em Kosai, a unidade 1 vai suspender dois turnos por 10 dias e todas as operações por um dia.

A Suzuki estima um corte de produção de 350 mil veículos neste ano fiscal, que termina em março de 2022, devido à escassez de semicondutores e de outras peças automotivas.

Cronograma de paralisação das fábricas da Suzuki
Iwata: 1, 2 e 3 de setembro (dois turnos) e 6 e 7 de setembro (todos os turnos)

Kosai (unidade 1): 13 a 17 e 20 a 24 de setembro (dois turnos) e 18 de setembro (todos os turnos)

Kosai (unidade 2): 18 de setembro (todos os turnos)

Sagara: 1, 2, 3, 11 e 18 de setembro (todos os turnos)

Hamamatsu: 13 de setembro (todos os turnos)
Fonte: Alternativa

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Produção das montadoras japonesas cai 4,5% em janeiro devido à falta de chips

A produção global de veículos da Subaru despencou 29,2%

montadoras japonesas
A produção global das montadoras japonesas, incluindo a Honda Motor, caiu 4,51% em janeiro, em comparação ao mesmo mês de 2020, uma vez que uma escassez generalizada de chips forçou a indústria a fabricar menos veículos.

As sete maiores montadoras do país, incluindo Toyota Motor e Nissan Motor, produziram 2,12 milhões de veículos no mês passado, de acordo com cálculos da Reuters com base em dados de produção divulgados pelas empresas nesta quinta-feira (25).

Em dezembro, a produção teve um salto de 24%.

A indústria automobilística global luta contra a escassez de chips desde o final do ano passado, com as sanções do ex-presidente norte-americano Donald Trump às fábricas de chips chinesas agravando o problema.

No mês passado, a produção global de veículos da Honda e da Subaru caiu 8,8% e 29,2%, respectivamente, principalmente devido à escassez de semicondutores.

A produção global da Nissan Motor, por outro lado, aumentou 2,4% em janeiro em relação ao ano anterior.

Honda e Nissan, a segunda e a terceira maiores montadoras do Japão, anunciaram este mês que venderão 250 mil carros a menos no atual ano fiscal, que termina em março.

As montadoras Suzuki Motor, Mazda Motor e Mitsubishi Motors também viram a produção global cair em janeiro. Mas elas disseram que não houve nenhum impacto da escassez de chips.

A Toyota Motor, que anunciou no início deste mês ter um estoque de chips de até quatro meses, registrou um aumento de 1,9% na produção global, seu quinto mês consecutivo de ganhos.
Fonte: Alternativa com Reuters

sábado, 28 de novembro de 2020

Toyota, Suzuki, Honda, Mazda e Subaru têm aumento de produção em outubro

Por outro lado, Nissan, Mitsubishi e Daihatsu fabricaram menos veículos

montadoras japonesas

A produção global de oito grandes montadoras japonesas aumentou 2,7% em outubro, em relação ao mesmo mês de 2019, para 2,44 milhões de veículos, mantendo uma recuperação gradual dos efeitos da pandemia de coronavírus, informou a agência de notícias Kyodo na sexta-feira (27).

A produção aumentou pelo segundo mês consecutivo após um crescimento de 1,7% em setembro.

A Toyota Motor disse que sua produção global cresceu 9%, para 845.107 unidades, após um aumento de 11,7% no mês anterior, graças à recuperação das vendas no Japão e na China.

A produção no Japão aumentou 12%, para 309.582 unidades, apoiada pela popularidade de seu veículo utilitário esportivo Harrier renovado. A produção no exterior cresceu 7,4%, para 535.525 unidades.

As vendas globais da Toyota em outubro subiram 8,3%, para 847.713 unidades, apoiadas por vendas sólidas de seus modelos de luxo Lexus na China, o maior mercado automotivo do mundo, e um aumento na demanda de automóveis nos Estados Unidos.

"O ritmo de recuperação (na produção) tem sido mais rápido do que o esperado", disse um porta-voz da Toyota, acrescentando que a montadora observará de perto o recente ressurgimento global de infecções por coronavírus.

A Suzuki Motor disse que sua produção global saltou 27,1%, um recorde mensal para outubro, com 304.196 unidades, beneficiando-se da melhoria das vendas na Índia, onde a empresa tem uma grande participação de mercado.

A produção global da Honda Motor cresceu 5,7%, enquanto a Mazda Motor teve um aumento de 4,5% devido à sólida demanda por seu veículo utilitário esportivo CX-5.

A Subaru registrou um aumento de 14% na produção global, mostrando um forte crescimento em relação ao ano anterior, quando a empresa foi forçada a cortar a produção devido a um tufão.

A produção global da Nissan Motor caiu 15,1% devido em parte a uma mudança em seu foco para a lucratividade do volume de vendas.

A Mitsubishi Motors, membro de uma aliança com a Nissan e a Renault, viu uma queda de 33% na produção global, enquanto a Daihatsu Motor, uma subsidiária da Toyota na fabricação de miniveículos, teve uma redução de 3,6%.

Em outubro, as vendas globais das oito montadoras japonesas aumentaram 3,5% em relação ao ano anterior, para 2,30 milhões de veículos.
Fonte: Alternativa

quinta-feira, 19 de março de 2020

Montadoras japonesas suspendem operações na Europa

Medidas para combater a propagação do coronavírus na Europa estão afetando fabricantes japonesas de automóveis e motos
Montadoras japonesas

Isolamentos e outras medidas designadas a combater a propagação do coronavírus na Europa estão afetando fabricantes japonesas de automóveis e de motos.

De acordo com oficiais da Toyota, a produção de carros de pequeno porte na França seria suspensa a partir de quarta-feira (18) porque os funcionários não podem ir trabalhar devido às novas regras sobre deixar suas casas.

A Toyota também paralisou uma fábrica em Portugal na segunda-feira (16) por cerca de 2 semanas.

A Nissan está suspendendo linhas de produção em fábricas no Reino Unido e na Espanha.

Outras suspensões de atividades incluem a Yamaha Motors, a qual está com a produção parada em uma fábrica de motos na França e em uma outra de motores na Itália desde a segunda-feira. A suspensão continuará por cerca de 1 semana.

Também na Itália, a Honda fechou temporariamente um total de 164 concessionárias para carros e motos.

A Suzuki fechou concessionárias em 4 países europeus.
Fonte: Portal Mie com NHK

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Montadoras têm alta na produção de setembro

Somente a Toyota produziu menos que o esperado
A maioria das montadoras de veículos anunciaram na segunda-feira (25) alta na produção e nas exportações de setembro com exceção da Toyota, que fabricou 672 mil unidades ou 1,3% a menos que setembro de 2009.
Esta foi a primeira queda na produção da Toyota nos últimos 12 meses em fábricas nos EUA, Europa e Japão.
A queda nas exportações da Toyota foi de 11% com 148 mil veículos. No mercado interno, as vendas tiveram 6,3% de queda com 133 mil veículos comercializados. Apesar da alta do iene, a Toyota anunciou que não levará para fora do país sua produção.
Já a Honda produziu 328 mil unidades marcando um crescimento de 9,2%. Suas exportações cresceram 67% com 28 mil unidades vendidas enquanto no mercado interno a alta foi de 8% com 56 mil unidades comercializadas.
A Nissan bateu seu recorde mensal com 27% de alta na produção global produzindo 395 mil unidades. Houve aumento da produção também nas fábricas da montadora no México e na Espanha. Quanto as exportações, cresceram 22% com 67 mil unidades.
A Suzuki produziu em setembro 257 mil veículos ou 23% de aumento e suas exportações cresceram 39% com 25 mil unidades. Já as vendas aumentaram 2% com 54 mil veículos comercializados.
Na Mazda, apesar da alta na produção (9,4%), as exportações e as vendas caíram.
Fonte: IPC Digital