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segunda-feira, 6 de abril de 2026

Mazda interrompe produção de veículos para o Oriente Médio devido à guerra no Irã

Montadora japonesa compensará a suspensão com aumento na fabricação de modelos voltados para o mercado europeu

Mazda
A montadora Mazda decidiu interromper a fabricação de veículos destinados ao mercado do Oriente Médio neste mês. A medida responde diretamente ao agravamento das tensões no Irã, que resultou no bloqueio do Estreito de Ormuz.

Apesar da paralisação setorial, a empresa planeja elevar a produção para a Europa, garantindo que o volume total de unidades produzidas não sofra alterações negativas, informou a emissora NHK.

Logística afetada pelo bloqueio marítimo
A Mazda exporta anualmente cerca de 30 mil veículos para países como Arábia Saudita e Israel. A companhia utiliza suas fábricas localizadas nas províncias de Hiroshima e Yamaguchi para atender essa demanda. No entanto, a crise diplomática e militar na região impossibilitou o escoamento da produção por rotas marítimas tradicionais.

Anteriormente, a fabricante manteve o cronograma de montagem enquanto buscava rotas alternativas de transporte. Contudo, o acúmulo de veículos nos pátios sem previsão de embarque forçou a suspensão das linhas de montagem voltadas para a região.

A Mazda manterá a pausa até o próximo mês e avaliará o cenário político para decidir os passos seguintes.

Ajuste estratégico e foco na Europa
Por outro lado, a crescente demanda por novos modelos no mercado europeu servirá como válvula de escape para a produção japonesa. A Mazda anunciou que aumentará o ritmo de fabricação para a Europa e outras regiões estáveis.

Nesse sentido, a diretoria da marca afirmou que o número total de veículos produzidos no Japão permanecerá dentro das metas planejadas.

Impacto no setor automotivo japonês
A crise no Irã não afeta apenas a Mazda, mas gera um efeito dominó entre as principais montadoras do Japão. A Toyota, por exemplo, reduziu sua produção para o Oriente Médio em cerca de 20 mil unidades no mês passado e prevê um corte de mais 24 mil veículos para este mês.

Ao mesmo tempo, a Nissan também sentiu os reflexos da instabilidade. A fabricante registrou uma queda de 1.200 unidades em sua produção recente e deve manter esse mesmo patamar de redução no período atual.

Perguntas frequentes

  • Por que a Mazda parou de produzir carros para o Oriente Médio?
    A suspensão ocorreu devido à tensão no Irã e ao bloqueio do Estreito de Ormuz, o que impede o transporte seguro dos veículos produzidos nas fábricas de Hiroshima e Yamaguchi.

  • O fechamento dessa linha de produção vai reduzir o trabalho no Japão?
    Não. A Mazda informou que vai aumentar a fabricação de carros voltados para a Europa, onde a demanda é alta. Com isso, o volume total de produção das fábricas japonesas não será afetado.

  • Quais outras marcas japonesas foram impactadas pela crise?
    Além da Mazda, a Toyota e a Nissan também anunciaram reduções significativas na produção de veículos destinados aos países do Oriente Médio devido aos problemas logísticos na região.
Fonte: Alternativa

quarta-feira, 17 de julho de 2024

Mazda anuncia retomada da produção dos dois modelos

A montadora Mazda que foi uma das 5 alvo de fraude, informou que retomará a produção dos 2 modelos

Mazda
A Mazda informou na terça-feira (16) que retomará a produção dos dois modelos que foram considerados alvos de fraude na certificação de designação de modelo, em 30 de maio.

As linhas de produção que estavam suspensas desde 6 de junho por causa da investigação do Ministério das Terras, Infraestruturas, Transportes e Turismo (MLIT) são do modelo compacto Mazda2 e do esportivo Roadster RF, desde 6 de junho.

Essa investigação do MLIT terminou e foi constatado que a Mazda cumpria as normas. Por isso, em seguida, em 28 de junho, foi cancelada a ordem de suspensão da expedição dos dois modelos.

Assim, a linha de produção do modelo Mazda 2 será retomada na quinta-feira (18) e a outra linha, do Roadster RF, em 22 deste mês.

O volume de produção mensal dos dois modelos para o mercado interno é de aproximadamente 1,7 mil unidades. Até maio, havia recebido 3,5 mil pedidos.

E as outras montadoras?
Devido à fraude de certificação por parte de 5 montadoras, a Toyota Motor é a única que continua com a produção suspensa de três modelos, incluindo o Yaris Cross. O volume de produção dos três modelos é de aproximadamente 11 mil unidades por mês e a montadora anunciou que a paralisação deverá continuar até o fim de agosto. O MLIT entrou uma vez mais na Toyota para nova investigação, a qual ainda não foi concluída.

As demais montadoras – Honda, Nissan e Yamaha – foram investigadas e já liberadas.
Fonte: Portal Mie com HTV/NTV e Nikkei

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2024

Montadoras suspendem produção por causa da nevasca em Kanto

A nevasca em Kanto coloca em risco os funcionários e também afeta a logística do fornecimento de peças, por isso, as montadoras anunciaram a suspensão da produção

nevasca em Kanto
A Toyota Motor anunciou na segunda-feira (5) que suspenderá a produção de um total de 11 linhas de 7 plantas das regiões Tokai e Tohoku a partir da manhã de terça-feira (6).

O motivo é a interrupção da logística por causa da nevasca na região Kanto-Koshin. As vias expressas estão com trechos fechados e as empresas fornecedoras de peças não têm como fazer a entrega. A decisão de reabrir ou não será tomada na manhã do mesmo dia.

Outras montadoras fizeram o mesmo anúncio, como a Honda, que suspendeu a produção da noite de segunda, estendendo para terça-feira, nas plantas de Yorii e Ogawa (Saitama). Também decidirá sobre a retomada da produção na terça-feira.

A Nissan Motor também anunciou que suspendeu a produção de algumas plantas da região Kanto devido ao fechamento das vias expressas e considerando a segurança dos seus funcionários.  

O mesmo fez a Subaru suspendendo a produção nas suas 3 plantas em Gunma, sendo duas em Ota e uma em Oizumi.

A Hino Motors também anunciou a suspensão de sua produção nas plantas de Koga (Ibaraki), Nitta em Ota (Gunma), Hino e Hamura (Tóquio).
Fonte: Portal Mie com Sankei, Nikkei e Jiji

quinta-feira, 31 de agosto de 2023

Fábrica de baterias de próxima geração para veículos elétricos é concluída em Ibaraki

A fábrica será operada pelo AESC Group, um empreendimento conjunto entre uma companhia de energia chinesa e a Nissan

AESC Group
Uma fábrica dedicada a produzir baterias de próxima geração que suportam quilometragens mais longas e tempos reduzidos de recarga foi concluída na província de Ibaraki.

Ela será operada pelo AESC Group, um empreendimento conjunto com uma companhia de energia chinesa e a Nissan.

As baterias serão usadas pela Nissan, assim como pela Honda.

“Essa será uma base global para produção e desenvolvimento de novas tecnologias. Esperamos que o conhecimento cultivado na instalação seja compartilhado em todo o mundo. Queremos também revitalizar a comunidade que abriga a planta”, disse Shoichi Matsumoto, CEO do AESC Group.

Representantes do AESC dizem que a produção começará em março do ano que vem e que há planos de contratar cerca de 500 trabalhadores.

Eles também querem construir mais duas fábricas e tornar o local um dos maiores centros no Japão de produção de baterias destinadas a veículos elétricos.
Fonte: Portal Mie com NHK

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

Queda na produção de 5 montadoras japonesas em janeiro

Cada uma das montadoras divulgou a sua produção de janeiro, mostrando queda comparada ao mesmo mês do ano anterior

montadoras japonesas
Os volumes de produção nacional e internacional anunciados pelas montadoras japonesas, na segunda-feira (27), relativos a janeiro deste ano, comparados com o mesmo mês do ano passado, mostram queda.

  • Nissan: menos 25%  
  • Subaru: menos 22%
  • Honda: menos 21%
  • Mitsubishi e Mazda: menos 6%

Os principais motivos foram o impacto da escassez de semicondutores, queda na produção na China por causa da epidemia do coronavírus e a estagnação das atividades corporativas devido ao feriado prolongado de final e começo de ano. 

Mas, 3 montadoras produziram mais
Por outro lado, o volume de produção da Toyota aumentou 8% em comparação ao mesmo mês do ano de 2022, para 689 mil unidades.

Embora a produção na China tenha caído abaixo do ano anterior, a Toyota explicou que a situação melhorou em relação ao ano passado, quando teve diversas paralisações nas suas plantas domésticas e no exterior.  

Outras duas montadoras que produziram mais foram a Suzuki e a Daihatsu, superando janeiro do ano passado.

Como a escassez de semicondutores continua, algumas das montadoras japonesas tiveram que suspender a produção temporariamente este mês. 
Fonte: Portal Mie com NHK

segunda-feira, 26 de setembro de 2022

Nissan e Mitsubishi aumentarão produção de veículos elétricos

Vendas de veículos elétricos desenvolvidos em conjunto pela Nissan e Mitsubishi têm sido vigorosas desde seus lançamentos em junho deste ano

Nissan e Mitsubishi
A Mitsubishi e a Nissan aumentarão a produção de veículos elétricos (VEs) kei desenvolvidos em conjunto pelas duas montadoras em cerca de 20% no ano fiscal de 2023, sustentada por vendas ativas no Japão.

A Nissan comercializa os veículos elétricos Sakura enquanto a Mitsubishi os vende como eK X. As vendas têm estado vigorosas desde o lançamento em junho, com pedidos totais já chegando a 35 mil unidades.

A produção será aumentada na planta de Mizushima (Okayama) da Mitsubishi, com o volume para o ano fiscal de 2023 devendo alcançar cerca de 70 mil, um aumento de aproximadamente 20% no ano.

As principais fornecedoras da Mitsubishi já foram informadas sobre o plano, e uma decisão oficial deve acontecer em novembro.

As vendas de VEs no Japão totalizaram 21 mil carros para o período de abril a agosto, com modelos da Nissan e Mitsubishi contando por 10,2 mil unidades, ou cerca de 50%.

Até agora montadoras japonesas vinham oferecendo opções de elétricos muito limitadas, notavelmente o Leaf da Nissan e outros poucos. Preços altos e falta de pontos de recarga deixam os consumidores hesitantes para a troca.
Fonte: Portal Mie com Asia Nikkei

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Produção das montadoras japonesas cai 4,5% em janeiro devido à falta de chips

A produção global de veículos da Subaru despencou 29,2%

montadoras japonesas
A produção global das montadoras japonesas, incluindo a Honda Motor, caiu 4,51% em janeiro, em comparação ao mesmo mês de 2020, uma vez que uma escassez generalizada de chips forçou a indústria a fabricar menos veículos.

As sete maiores montadoras do país, incluindo Toyota Motor e Nissan Motor, produziram 2,12 milhões de veículos no mês passado, de acordo com cálculos da Reuters com base em dados de produção divulgados pelas empresas nesta quinta-feira (25).

Em dezembro, a produção teve um salto de 24%.

A indústria automobilística global luta contra a escassez de chips desde o final do ano passado, com as sanções do ex-presidente norte-americano Donald Trump às fábricas de chips chinesas agravando o problema.

No mês passado, a produção global de veículos da Honda e da Subaru caiu 8,8% e 29,2%, respectivamente, principalmente devido à escassez de semicondutores.

A produção global da Nissan Motor, por outro lado, aumentou 2,4% em janeiro em relação ao ano anterior.

Honda e Nissan, a segunda e a terceira maiores montadoras do Japão, anunciaram este mês que venderão 250 mil carros a menos no atual ano fiscal, que termina em março.

As montadoras Suzuki Motor, Mazda Motor e Mitsubishi Motors também viram a produção global cair em janeiro. Mas elas disseram que não houve nenhum impacto da escassez de chips.

A Toyota Motor, que anunciou no início deste mês ter um estoque de chips de até quatro meses, registrou um aumento de 1,9% na produção global, seu quinto mês consecutivo de ganhos.
Fonte: Alternativa com Reuters

sábado, 9 de janeiro de 2021

Honda, Toyota e Nissan reduzem produção devido à falta de chips

Montadoras e fabricantes de produtos eletrônicos enfrentam problemas na oferta de componentes

Montadoras de veículos
As montadoras Ford, Honda, Toyota e Nissan afirmaram na sexta-feira (8) que vão cortar produção de veículos neste mês por causa de escassez de chips, reforçando o grupo de empresas atingidas por problemas de falta de componentes.

A Honda disse que vai reduzir sua produção no Japão em 4.000 veículos este mês devido à escassez de semicondutores, afetando principalmente a fábrica de Suzuka (Mie).

Montadoras de veículos e fabricantes de produtos eletrônicos enfrentam problemas na oferta de componentes diante do descompasso entre a demanda e a recuperação da oferta causado pela pandemia de coronavírus.

A Ford afirmou que vai paralisar fábrica no Estado norte-americano de Kentucky. A unidade produz os utilitários Ford Escape e Lincoln Corsair. A Toyota informou que vai cortar produção da picape Tundra no Texas.

A Ford não informou os fornecedores dos chips que utiliza em seus modelos e a expectativa é que a fábrica volte a operar na semana seguinte. “Estamos trabalhando de perto com os fornecedores para resolver potenciais restrições na oferta relacionadas à escassez de semicondutores”, disse uma porta-voz da montadora.

A Nissan afirmou que planeja reduzir a produção do híbrido Note na fábrica de Kanagawa. A Subaru também poderá ser afetada em Gunma pela falta de componentes.

No mês passado, a Volkswagen afirmou que enfrentava falta de semicondutores e que iria ajustar produção em fábricas na China, América do Norte e Europa.
Fonte: Alternativa com Reuters

quinta-feira, 19 de março de 2020

Montadoras japonesas suspendem operações na Europa

Medidas para combater a propagação do coronavírus na Europa estão afetando fabricantes japonesas de automóveis e motos
Montadoras japonesas

Isolamentos e outras medidas designadas a combater a propagação do coronavírus na Europa estão afetando fabricantes japonesas de automóveis e de motos.

De acordo com oficiais da Toyota, a produção de carros de pequeno porte na França seria suspensa a partir de quarta-feira (18) porque os funcionários não podem ir trabalhar devido às novas regras sobre deixar suas casas.

A Toyota também paralisou uma fábrica em Portugal na segunda-feira (16) por cerca de 2 semanas.

A Nissan está suspendendo linhas de produção em fábricas no Reino Unido e na Espanha.

Outras suspensões de atividades incluem a Yamaha Motors, a qual está com a produção parada em uma fábrica de motos na França e em uma outra de motores na Itália desde a segunda-feira. A suspensão continuará por cerca de 1 semana.

Também na Itália, a Honda fechou temporariamente um total de 164 concessionárias para carros e motos.

A Suzuki fechou concessionárias em 4 países europeus.
Fonte: Portal Mie com NHK

quarta-feira, 4 de março de 2020

Yamaha vai paralisar fábricas em Shizuoka por falta de peças da China

A empresa planeja recuperar a produção atrasada em abril e maio
Yamaha de Shizuoka

 A Yamaha vai paralisar linhas de produção em duas fábricas na província de Shizuoka por falta de peças que vêm da China, informou o jornal de negócios Nikkei nesta quarta-feira (4).

A fábrica de motocicletas em Iwata suspenderá a produção em algumas linhas a partir de 20 de março até o final do mês.

A empresa vai dar dois dias de folga remunerada aos funcionários das linhas afetadas. Se a paralisação for mais longa, eles serão colocados para trabalhar em outras seções, segundo o jornal.

A Yamaha planeja recuperar a produção atrasada nos meses de abril e maio. A fábrica de Iwata produz 180 mil motocicletas por ano, mas a empresa não informou quantas unidades deixarão de ser fabricadas no período de paralisação.

A fábrica de motores para barcos em Fukuroi também vai suspender algumas linhas depois de 20 de março e a empresa quer recuperar o atraso até maio ou junho.

Nissan
Muitas empresas estão sendo afetadas no Japão por causa do coronavírus, que fechou temporariamente fábricas de peças na China e interrompeu a cadeia de fornecimento.

A Nissan vai paralisar a produção por dois dias, em 6 e 14 de março, na fábrica de Fukuoka, e em 3 de março nas unidades de Tochigi e Hiratsuka (Kanagawa), devido à falta de autopeças da China.

A fábrica de Hiratsuka iria funcionar no próximo sábado (7), mas decidiu dar folga aos funcionários.

Honda
A Honda Motor anunciou na terça-feira que reduzirá temporariamente a produção no Japão devido à dificuldade de fornecimento de peças.

“A Honda ajustou levemente seu plano de produção nas (duas) fábricas em Saitama. O impacto geral é limitado”, disse um porta-voz da empresa à Reuters.
Fonte: Alternativa com Reuters

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

O brasileiro Carlos Ghosn, da Nissan e Renault, assume a também a Mitsubishi

Carlos Ghosn

Com o desafio de reconstruir a montadora Mitsubishi Motors, depois do escândalo da fraude dos dados de combustível em 4 modelos de veículo, em abril deste ano, Carlos Ghosn assumirá o comando, acumulando os cargos de presidente na Nissan e na Renault, de acordo com informações do jornal Asahi.

Carlos Ghosn, 62, assumirá a presidência do conselho da montadora Mitsubishi, e convidou o atual presidente Osamu Masuko a permanecer no cargo, mesmo tendo pedido demissão.

Ghosn assumiu a presidência da Nissan em 1999, reestruturando-a à sua maneira e pretende agir da mesma forma na Mitsubishi, que terá 34% de suas ações compradas pela Nissan, nesta quinta-feira (20).
O executivo brasileiro, com uma das melhores remunerações do Japão, tem pela frente o desafio de realizar uma profunda reforma na Mitsubishi Motors para sua reestruturação. Como a MMC tem forte presença nos países do sudeste asiático, as 3 montadoras poderão realizar compras de peças em cooperação, bem como trabalharem juntas no desenvolvimento de carros ecológicos.

De acordo com o jornal Asahi, a visão de Ghosn é ganhar um lugar na guerra entre as 3 maiores do mundo – Toyota com 10 milhões de unidades, Volkswagen e General Motors – desenhando um cenário com a cooperação entre as 3 montadoras. Para isso, ele pretende reestruturar rapidamente a MMC.
Fonte: IPC Digital

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Nissan e Mitsubishi confirmam negociações sobre possível aliança

As vendas de veículos compactos da Mitsubishi despencaram 44,9 por cento em abril após escândalo 
Nissan e Mitsubishi
A Nissan Motor e a Mitsubishi Motors confirmaram na quarta-feira que estão discutindo uma aliança, após reportagens da mídia que citaram que a primeira estava buscando uma participação de quase um terço na rival.

"Nissan e Mitsubishi estão discutindo vários assuntos, incluindo uma cooperação, mas nada foi decidido", disseram as duas montadoras japonesas em comunicados separados. Elas acrescentaram que seus conselhos de administração estão se reunindo para analisar o assunto.

Segundo duas fontes com conhecimento do assunto, a Nissan está em negociações avançadas para comprar uma participação de cerca de um terço na Mitsubishi Motors, com um investimento de 200 bilhões de ienes (equivalentes a 1,85 bilhão de dólares).

As vendas de veículos compactos da Mitsubishi despencaram 44,9 por cento em abril, para 1.477 automóveis, em comparação ao mesmo mês de 2015, após a montadora japonesa admitir ter manipulado dados de consumo de combustível de seus carros de pequeno porte vendidos no mercado doméstico.

As vendas também despencaram para a Nissan, que tem os modelos Dayz e Dayz Roox feitos pela Mitsubishi e que também tiveram leituras de quilometragem manipuladas. As vendas gerais de veículos compactos da Nissan caíram 51,2 por cento, para 5.574 no mês passado.
Fonte: Alternativa

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Nissan fabricará mais carros no Japão em 2015 e quer aumentar exportações

nissan1O presidente da Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, disse que a empresa planeja aumentar a produção de carros no Japão em 2015. A empresa também quer aproveitar o enfraquecimento do iene para aumentar as exportações de peças e carros fabricados no Japão.

A estratégia da Nissan confirma o movimento de retomada da produção doméstica das montadoras japonesas, que estava em declínio há décadas.

Desde 2012, o enfraquecimento do iene e as medias pró-crescimento implantadas pelo governo do primeiro-ministro Shinzo Abe, fizeram com que as empresas japonesas focassem na produção interna.

“O favorecimento cambial nos encorajou a aumentar a produção em nossas fábricas japonesas para alimentar os mercados internacionais.” disse Carlos Ghosn em uma entrevista na semana passada.
Fonte: IPC Digital

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Aliança Renault-Nissan e Mitsubishi anunciam parceria para desenvolver novos produtos

Prioridade é desenvolver tecnologias para carros elétricos

Aliança Renault-Nissan e Mitsubishi anunciam parceria para desenvolver novos produtosA montadora francesa Renault vai participar de uma parceria existente entre as fabricantes de automóveis japoneses como a Mitsubishi Motors e a Nissan Motor Corp, para desenvolver novos produtos: como os carros elétricos, as três empresas anunciaram o trabalho em conjunto através de um comunicado nesta terça-feira, relatou o Nikkei.

As três empresas disseram que pretendem desenvolver novos produtos e tecnologias, especialmente em veículos elétricos. NMKV, a unidade conjunta da Nissan e Mitsubishi, vai desenvolver um novo carro compacto que terá uma versão elétrica e será vendido mundialmente.

Além disso, dois sedans da Renault será usado como base para dois modelos da Mitsubishi, disse o comunicado.

Renault já assinou parcerias e alianças com a fabricante alemã Daimler AG (DAI) e a empresa russa AvtoVAZ (avaz), na qual detém uma participação de 25%.
Fonte: IPC Digital

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Nissan decidirá nova fábrica no Brasil até o fim do ano

Com esse novo empreendimento, as ações da montadora fecharam com alta de 0,12% na Bolsa de Tóquio
A Nissan Motor, segunda maior montadora do Japão, detalhou nesta segunda-feira (27/06) uma ambiciosa estratégia de crescimento para os próximos seis meses de acordo com um novo plano de negócios que inclui metas elevadas de participação no mercado mundial e rentabilidade. Segundo o CEO e presidente da Nissan, Carlos Ghosn, no Brasil, o local da fábrica da montadora será decidido antes do fim deste ano. As ações da montadora fecharam com alta de 0,12% na Bolsa de Tóquio.

Em relação a vendas, a montadora expandirá sua rede para 7.500 pontos principais globalmente, dos atuais 6 mil. A Nissan prevê que grande parte do crescimento virá de mercados emergentes de rápido crescimento, especialmente Brasil, China, Rússia e Índia.

Ghosn afirmou que a localização no Brasil de uma nova fábrica com capacidade para produção de 200 mil veículos por ano será decidida antes do final do ano, e que ele planeja visitar Pequim no próximo mês para anunciar "uma expansão muito significativa". Na China, o maior mercado do mundo de automóveis, a montadora pretende elevar sua participação de mercado para 10% em relação ao 6,2% atuais, expandindo sua capacidade de produção e rede de vendas.

A montadora planeja também aumentar sua margem de lucro para 8% nos próximos seis meses, de 6,1% no ano fiscal passado. A Nissan tem como meta alcançar 8% de participação do mercado mundial, à medida que busca elevar as vendas no exterior, acima da participação de 5,8% no ano fiscal passado.

"Estamos definitivamente na ofensiva", disse Ghosn, falando numa conferência de imprensa na sede da empresa. "Esse é o primeiro plano que estamos iniciando sem dificuldades", declarou o executivo, destacando que a empresa aumentou sua presença no exterior, reduziu a dívida e renovou a sua linha de produtos nos últimos anos.

Se a companhia alcançar uma participação de mercado de 8% até o final de março de 2017, isso significará vendas mundiais de pelo menos 7,2 milhões de veículos. A empresa prevê que a demanda de toda a indústria automotiva vai aumentar para pelo menos 90 milhões de veículos por volta desse período.

Tal volume representará um salto de pelo menos 72% em relação aos 4,19 milhões de veículos que a Nissan vendeu no ano fiscal passado, encerrado em março de 2011.
Fonte: Exame.com com informações da Dow Jones

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Montadoras têm alta na produção de setembro

Somente a Toyota produziu menos que o esperado
A maioria das montadoras de veículos anunciaram na segunda-feira (25) alta na produção e nas exportações de setembro com exceção da Toyota, que fabricou 672 mil unidades ou 1,3% a menos que setembro de 2009.
Esta foi a primeira queda na produção da Toyota nos últimos 12 meses em fábricas nos EUA, Europa e Japão.
A queda nas exportações da Toyota foi de 11% com 148 mil veículos. No mercado interno, as vendas tiveram 6,3% de queda com 133 mil veículos comercializados. Apesar da alta do iene, a Toyota anunciou que não levará para fora do país sua produção.
Já a Honda produziu 328 mil unidades marcando um crescimento de 9,2%. Suas exportações cresceram 67% com 28 mil unidades vendidas enquanto no mercado interno a alta foi de 8% com 56 mil unidades comercializadas.
A Nissan bateu seu recorde mensal com 27% de alta na produção global produzindo 395 mil unidades. Houve aumento da produção também nas fábricas da montadora no México e na Espanha. Quanto as exportações, cresceram 22% com 67 mil unidades.
A Suzuki produziu em setembro 257 mil veículos ou 23% de aumento e suas exportações cresceram 39% com 25 mil unidades. Já as vendas aumentaram 2% com 54 mil veículos comercializados.
Na Mazda, apesar da alta na produção (9,4%), as exportações e as vendas caíram.
Fonte: IPC Digital