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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

Queda na produção de 5 montadoras japonesas em janeiro

Cada uma das montadoras divulgou a sua produção de janeiro, mostrando queda comparada ao mesmo mês do ano anterior

montadoras japonesas
Os volumes de produção nacional e internacional anunciados pelas montadoras japonesas, na segunda-feira (27), relativos a janeiro deste ano, comparados com o mesmo mês do ano passado, mostram queda.

  • Nissan: menos 25%  
  • Subaru: menos 22%
  • Honda: menos 21%
  • Mitsubishi e Mazda: menos 6%

Os principais motivos foram o impacto da escassez de semicondutores, queda na produção na China por causa da epidemia do coronavírus e a estagnação das atividades corporativas devido ao feriado prolongado de final e começo de ano. 

Mas, 3 montadoras produziram mais
Por outro lado, o volume de produção da Toyota aumentou 8% em comparação ao mesmo mês do ano de 2022, para 689 mil unidades.

Embora a produção na China tenha caído abaixo do ano anterior, a Toyota explicou que a situação melhorou em relação ao ano passado, quando teve diversas paralisações nas suas plantas domésticas e no exterior.  

Outras duas montadoras que produziram mais foram a Suzuki e a Daihatsu, superando janeiro do ano passado.

Como a escassez de semicondutores continua, algumas das montadoras japonesas tiveram que suspender a produção temporariamente este mês. 
Fonte: Portal Mie com NHK

segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Número de falências corporativas no Japão cresce 6,6% em 2022

Foi o primeiro aumento em três anos

falências corporativas no Japão
O número de falências corporativas no Japão em 2022 cresceu 6,6% em relação ao ano anterior, chegando a 6.428. Foi o primeiro aumento em três anos, informou a empresa de pesquisa de crédito Tokyo Shoko Research Ltd. A notícia foi divulgada pela Jiji Press neste domingo (15).

Já o passivo total deixado pelas empresas falidas aumentou 2,6%, alcançando os ¥ 2,33 trilhões. Foi o primeiro aumento em cinco anos, impulsionado pela falência da fabricante de autopeças Marelli Holdings Co., disse empresa. Os dados cobrem dívidas a partir de ¥ 10 milhões.

O número de empresas que faliram devido ao aumento dos preços cresceu 130%, para 320, disse a Teikoku Databank Ltd., outra empresa de pesquisa de crédito.

As empresas têm lutado com o reembolso dos empréstimos feitos em razão da pandemia do coronavírus, bem como com o aumento dos preços das matérias-primas.

O número de quebras de negócios impulsionadas pela inflação disparou entre 160% e 300%. Foram 70 no setor de construção, 64 no setor de transporte e 34 no setor de varejo.

Por fim, um número crescente de pequenas e médias empresas tem enfrentado dificuldades para repassar integralmente os custos mais altos aos clientes.
Fonte: Alternativa

segunda-feira, 7 de novembro de 2022

Cada vez mais empresas estão se mudando para Gunma, aponta jornal

Menos desastres naturais, conveniência e trabalho remoto estão entre os motivos

Gunma
Inúmeras empresas do Japão estão transferindo seus escritórios para a província de Gunma, noticiou o site do jornal 'The Mainichi'. Entre os motivos alegados estão o fato de ser uma região menos propensa a sofrer com desastres naturais, o sistema de transporte conveniente e o aumento do trabalho remoto em razão da pandemia do coronavírus.

A Nippon Telegraph and Telephone Corp. (NTT), empresa de telecomunicações com sede em Tóquio, estabeleceu no último dia 28 de outubro conexões com as cidades de Takasaki, em Gunma, e Quioto. A NTT começou a dispersar cerca de 200 funcionários, incluindo alguns dos departamentos de planejamento corporativo, para ambas localidades já no dia 3 de outubro. A escassez de terremotos nas duas cidades e a existência de estações de shinkansen foram determinantes.

Em princípio, os funcionários trabalharão em suas casas ou outros lugares. E caso Tóquio seja atingida por um terremoto, eles trabalharão de Quioto e Takasaki para que as operações sejam retomadas. O gerente geral do departamento de planejamento da NTT enfatizou. "Contribuiremos para uma sociedade descentralizada ao desenvolver uma infraestrutura de informação com resiliência a desastres, além de nos reorganizarmos longe dos centros”.

A fabricante de pneus com sede em Tóquio, Nihon Michelin Tire Co., também transferirá parte das funções de sua sede principal para a cidade de Ota, em agosto de 2023. O escritório de Tóquio, com isso, diminuirá de funções, uma vez que Gunma, onde se encontram muitas indústrias automotivas, passará a gerir vários negócios.

Em julho, a gigante de consultoria Deloitte Tohmatsu Group, também com sede em Tóquio, abriu uma base em frente à estação JR Maebashi para trabalhar no conceito do governo japonês de "uma Cidade Jardim Digital" entre outros projetos. Em maio, a empresa de TI Shift Plus Inc. também abriu seu primeiro escritório fora da província de Kochi, em Takasaki, citando a política digital de Gunma.

Acredita-se que a pressa das empresas em transferir funções para a província de Gunma esteja ligada a um aumento cada vez maior das preocupações com os desastres naturais, como terremotos e tufões, além da conscientização dos riscos de disseminação do coronavírus.

Gunma, por sua vez, está promovendo ações para atrair empresas como incentivos fiscais e empréstimos para companhias que contribuam para a economia local.
Fonte: Alternativa

quinta-feira, 18 de agosto de 2022

Mais empresas no Japão estão aumentando salários para combater falta de mão de obra, mostra pesquisa

A maioria das empresas, 54%, disse enfrentar uma crise de mão de obra

empresas no Japão estão aumentando salários
Mais grandes empresas japonesas estão aumentando os salários para atrair trabalhadores e lidar com a escassez crônica de pessoal, mostrou uma pesquisa da Reuters nesta quinta-feira (18), um sinal de que as companhias podem estar lentamente abordando os salários que estão sem muitas mudanças ​​há décadas.

Ainda assim, a pesquisa corporativa descobriu que salários mais altos ainda não são a tática principal para os empregadores, com a digitalização vista como a mais popular entre as várias medidas que as empresas dizem estar usando para lidar com a escassez de mão de obra.

As empresas japonesas normalmente evitam aumentar os salários porque décadas de deflação dificultaram o repasse de custos mais altos aos consumidores. Isso pode estar mudando agora, já que o duplo golpe dos preços mais altos das commodities e um iene mais fraco aumentam o custo de vida e destacam a pressão sobre os trabalhadores. O primeiro-ministro Fumio Kishida também pediu às empresas que aumentem os salários.

"No geral, estamos enfrentando escassez de mão de obra e lutando para atrair funcionários de meio período nas lojas em particular. Estamos aumentando os salários, mas há um limite", escreveu o gerente de um atacadista na pesquisa, sob condição de anonimato.

A pesquisa com 495 grandes empresas não financeiras, realizada de 2 a 12 de agosto, mostrou que o aumento dos salários ou salários iniciais foi escolhido por 44% dos entrevistados como uma das múltiplas táticas que estavam adotando.

Isso em comparação com apenas 25% das empresas que disseram em uma pesquisa corporativa de 2017 que aumentariam os salários.

"A maré está mudando à medida que a escassez de mão de obra levou mais e mais empresas a aumentar os salários, ainda que gradualmente", disse Koya Miyamae, economista sênior da SMBC Nikko Securities.

"Agora é apenas o começo, à medida que a população envelhece e diminui, o impulso para aumentar os salários ganhará força", disse ele.

A maioria das empresas, 54%, disse enfrentar uma crise de mão de obra com a escassez mais pronunciada entre os não-fabricantes, 59% dos quais disseram que foram pressionados por pessoal.

"Não conseguimos fazer nada" para proteger os trabalhadores, disse outro gerente de um atacadista.

As empresas também pediram um melhor ambiente de trabalho, incluindo contratação durante todo o ano e adiamento da aposentadoria para incentivar os idosos a trabalhar por mais tempo.

Trabalhadores estrangeiros
O número cada vez menor de trabalhadores tem sido uma preocupação há anos na terceira maior economia do mundo e serviu como um alerta para outras nações avançadas. Enquanto isso, os formuladores de políticas pararam de permitir a imigração generalizada.

Na pesquisa, 19% das empresas disseram que estavam garantindo trabalhadores estrangeiros, em comparação com 13% na pesquisa de 2017.

Separadamente, três quartos das empresas disseram que queriam que o governo de Kishida implementasse outra rodada de grandes estímulos para ajudar a economia a lidar com o aumento do custo de vida.

Mais de 40% das empresas disseram que queriam ver novos estímulos fiscais, a escolha mais popular. Apenas um em cada cinco disse que queria ver mais estímulos monetários, destacando o apoio cada vez menor ao programa de flexibilização massivo do Banco do Japão.

Os resultados da pesquisa chegaram quando o Produto Interno Bruto (PIB) até junho registrou um terceiro trimestre consecutivo de expansão, mas analistas dizem que o ressurgimento do coronavírus e uma desaceleração nas economias dos EUA e da China obscurecem as perspectivas.

Na pesquisa, a grande maioria das empresas japonesas viu o ressurgimento do coronavírus representando um risco negativo para a economia na segunda metade deste ano fiscal até março de 2023.

A pesquisa, conduzida para a Reuters pela Nikkei Research, entrevistou 495 grandes empresas não financeiras japonesas, metade das quais respondeu durante o período de 2 a 12 de agosto. Os gerentes geralmente respondem sob condição de anonimato, permitindo que expressem suas opiniões com mais liberdade.
Fonte: Alternativa com Reuters 

sexta-feira, 5 de agosto de 2022

Honda anuncia redução da produção em agosto

A montadora informou que os alvos são as plantas de Mie e Saitama

Honda
A Honda anunciou na quinta-feira (4) que reduzirá a produção doméstica em agosto, em relação ao plano de maio. 

Na planta de Suzuka, cidade homônima (Mie), a redução deverá ser na faixa de 30%, enquanto na de Yorii, cidade homônima (Saitama), será de cerca de 10%, ambas até o final de agosto.

Explicou que os motivos são o impacto contínuo da escassez de semicondutores, como também da expansão da infecção pelo coronavírus e estagnação da logística. 

Por outro lado, a Honda tem a expectativa de que o mês de agosto seja melhor do que o mesmo mês do ano passado, quando produziu 23.790 unidades, fortemente afetada pela escassez de peças. 

A planta de Suzuka fabrica o SUV Vezel, o compacto Fit e o kei N Series; enquanto a de Yorii produz a Step Wagon.  

Devido à produção reduzida, o prazo de entrega foi estendido. O tempo de espera para entrega para o modelo híbrido Vezel é de mais de meio ano, enquanto o da linha N é de cerca de 5 a 6 meses.

A Toyota também cortou seu volume de produção doméstica em agosto em 20% em relação ao plano inicial. As suas plantas de Motomachi e Tsutsumi, ambas na cidade de Toyota (Aichi) estão com produção suspensa durante todo o mês. Além dessas, outras paralisações parciais foram anunciadas.
Fonte: Portal Mie com Nikkei

quarta-feira, 27 de julho de 2022

Toyota paralisa linha de fábrica em Aichi devido a casos de Covid entre funcionários

A suspensão ocorreu depois que oito trabalhadores testaram positivo

Toyota
A Toyota Motor suspendeu as operações noturnas em uma linha de produção de sua fábrica de Takaoka, em Toyota (Aichi), devido a casos de Covid-19 entre os funcionários, informou a empresa nesta quarta-feira (27).

A linha 1 parou por dois turnos noturnos a partir de terça-feira (26), mas durante o dia ela está operando normalmente porque as infecções ocorreram entre os funcionários que trabalham à noite.

A suspensão ocorreu depois que oito trabalhadores da fábrica testaram positivo para Covid-19, disse a Toyota.

A paralisação parcial deve afetar a produção de cerca de 650 veículos, disse um porta-voz da montadora à Reuters. A linha 1 é responsável por modelos como o Corolla.

Aichi teve um recorde de 15.315 casos de Covid-19 na terça-feira e o Japão todo registrou 196.494, segundo a emissora NHK.

As infecções se somam agora a outros problemas, como a falta de peças, que levaram a Toyota a reduzir a produção nos últimos meses e algumas linhas também ficarão paradas por até 10 dias em agosto.
Fonte: Alternativa com Reuters

segunda-feira, 30 de maio de 2022

Toyota estende período de paralisação em junho

Com mais essa suspensão de uma semana em junho, a Toyota Motor informou que a produção global terá queda

bZ4X da Toyota
Depois de ter anunciado a suspensão da produção de 1.º a 3 de junho, em suas 6 linhas, na última semana de maio, a Toyota Motor informou que será estendida. 

O período é de uma semana, entre 6 a 10 de junho, cujos alvos são 16 das 28 linhas de 10 plantas, sendo que ela tem no total 14.

Desta vez, o período de suspensão será estendido também para a fábrica de Motomachi, em Toyota (Aichi), onde se produz o novo VE, o bZ4X. Além disso, a planta de Takaoka, na mesma cidade, a qual produz o Corolla, também está na lista, assim como a de Tsutsumi.  

Também informou que haverá redução na produção de 50 mil unidades em junho, por isso, sua meta global cai para 800 mil, sendo 200 mil no Japão e 600 mil no exterior.

O motivo continua sendo a escassez de autopeças por causa do lockdown em Xangai, China.

A Toyota informou que manterá a meta de produção de 9,7 milhões de unidades neste ano fiscal, porém, devido à situação em Xangai e da pandemia do novo coronavírus avalia que é muito difícil prever a situação de como ficará o fornecimento de autopeças e de semicondutores.
Fonte: Portal Mie 

quinta-feira, 28 de abril de 2022

Produção das fábricas no Japão aumenta em março pelo 2º mês seguido

A terceira maior economia do mundo está enfrentando pressão da invasão russa na Ucrânia

fábricas no Japão
Fábricas japonesas viram a produção aumentar pelo segundo mês consecutivo em março, uma vez que a forte demanda global por chips de alta tecnologia ajudou a aliviar algumas dúvidas que estão pesando sobre as perspectivas econômicas do país.

Depois de lutar para encenar uma recuperação convincente da pandemia de coronavírus, a terceira maior economia do mundo está enfrentando pressão da invasão russa na Ucrânia, altos preços de energia e commodities e medidas rígidas de lockdown na China que estão prejudicando a demanda.

A produção das fábricas cresceu 0,3% em março em relação ao mês anterior, mostraram dados oficiais nesta quinta-feira (28), com o crescimento da produção de itens como semicondutores compensando a queda na produção de veículos automotores.

Porém, o crescimento da produção desacelerou em relação a fevereiro, quando aumentou 2,0%. A alta de março foi mais fraca do que uma previsão de ganho de 0,5% em uma pesquisa da Reuters com economistas.

Dados separados mostraram que as vendas no varejo foram mais fortes do que o esperado depois que o governo suspendeu as restrições à pandemia, subindo 0,9% em março em relação ao mesmo mês do ano anterior e maior do que a previsão média do mercado para um aumento de 0,4%.

"O consumo pessoal provavelmente aumentará daqui para frente, mas as restrições de oferta afetarão a produção", disse Takumi Tsunoda, economista sênior do Shinkin Central Bank Research Institute.

“A produção, especialmente de veículos, provavelmente será impactada pela prolongada escassez de semicondutores, bem como pelo lockdown em Xangai”.

A natureza frágil da recuperação do Japão levou o banco central do país a permanecer resoluto em sua postura ultrafrouxa, movendo-se contra a maré de políticas mais rígidas adotadas por muitas das principais economias.

Os fabricantes consultados pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria (METI) esperam que a produção avance 5,8% em abril, seguida de queda de 0,8% em maio.

Até agora, o setor manufatureiro do Japão permaneceu resiliente diante da incerteza imposta pela situação da Ucrânia, que levou a um aumento nos preços das commodities. Um rápido enfraquecimento do iene também sobrecarregou os exportadores com custos de insumos mais altos.

Mas o consumo privado, que responde por mais da metade do produto interno bruto, ainda não se livrou totalmente do impacto da pandemia, depois que um aumento recorde da variante Ômicron atrasou sua recuperação nos primeiros meses do ano.
Fonte: Alternativa com Reuters

segunda-feira, 11 de abril de 2022

Robôs são colegas dos trabalhadores das linhas da fábrica de alimentos, em Aichi

Os robôs humanoides introduzidos na fábrica trabalham junto com os funcionários, na mesma linha, e a empresa vê os pontos positivos dessa cooperação

foodly robot
Na fábrica da Ichibiki em Aichi, que fabrica e comercializa temperos e alimentos preparados, há dois tipos de funcionários na mesma linha: humanos e robôs.

São os chamados de Foodly, os quais trabalham no processo de produção dos alimentos, os quais foram “contratados” em março deste ano.  

O Foodly tem duas câmeras acopladas, pega cuidadosamente as almôndegas uma a uma e as coloca na bandeja, de forma contínua. 

De acordo com a Ichibiki, esses robôs humanoides ajudam na crescente escassez de mão de obra e têm importante papel nas medidas contra a epidemia do novo coronavírus.  

“Pretendemos continuar a oferecer bons produtos, desenvolvidos pelos robôs colaborativos e com os funcionários trabalhando em conjunto na mesma linha”, disse o presidente da fábrica.
Fonte: Portal Mie com CBC TV

segunda-feira, 7 de março de 2022

Empresas no Japão planejam contratar mais funcionários, mostra pesquisa

Os números sugerem que as empresas estão prontas para virar a página em relação a limites de contratação colocados em vigor durante a pandemia

empresas no Japão
Uma pesquisa do governo mostra que uma parcela recorde de empresas no Japão está planejando contratar mais pessoas em meio a perspectivas econômicas otimistas.

Em janeiro deste ano, o escritório do gabinete entrevistou companhias listadas na primeira e segunda seções do Tokyo Stock Exchange e do Nagoya Stock Exchange. Mais de mil empresas responderam.

Os resultados mostram que 70% estão buscando acrescentar mais funcionários durante o período de 3 anos com início em abril.

O número é um aumento de cerca de 10 pontos percentuais ante a pesquisa anterior há 1 ano. Ele também é o nível mais alto desde 1992, quando dados comparáveis começaram a ser disponibilizados.

Dentre fabricantes, cerca de 80% das empresas que produzem maquinário têm a intenção de expandir suas forças de trabalho. Mais de 70% das companhias químicas também planejam seguir a tendência.

No setor não manufatureiro, 100% das seguradoras e mais de 90% das companhias de construção visam contratar mais.

O escritório do gabinete diz que os números sugerem que as empresas estão prontas para virar a página em relação a limites de contratação colocados em vigor durante a pandemia de coronavírus.

Entretanto, autoridades alertam que os desenvolvimentos na Ucrânia e contínua propagação da variante ômicron devem obscurecer a perspectiva econômica, o que poderia fazer com que as companhias recuassem sobre planos para mais contratações.
Fonte: Portal Mie com NHK

sábado, 19 de fevereiro de 2022

Daihatsu informa paralisação de produção em março

A montadora teve que suspender a produção em janeiro por causa dos efeitos da disseminação da infecção pelo coronavírus. Desta vez, por falta de peças.

Daihatsu
A Daihatsu Motor, montadora com sede em Ikeda (Osaka), terá que suspender novamente a produção de 2 de suas plantas, por causa da escassez global de semicondutores e autopeças.

De acordo com o anúncio, a planta de Kyushu, situada em Nakatsu (Oita), será paralisada por 7 dias úteis, de 1.º a 9 de março. 

A planta de Ryuo (Shiga) terá paralisação de 1.º a 3, por 3 dias úteis.

As duas plantas produzem carros kei e compactos para o mercado interno, o que causará atraso nos pedidos. A Daihatsu informou que fará esforços para entregar o mais rápido possível.

Em janeiro até 1.º de fevereiro a montadora teve que suspender as produções das plantas da matriz e de Ryuo por causa dos efeitos da infecção pelo coronavírus.
Fonte: Portal Mie com NHK e TOS

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Japão precisará quadruplicar número de trabalhadores estrangeiros até 2040, diz relatório

Sem isso, o país pode não alcançar a trajetória de crescimento que o governo delineou a longo prazo

trabalhadores estrangeiros
O Japão precisará de cerca de quatro vezes mais trabalhadores estrangeiros até 2040 para alcançar a trajetória de crescimento que o governo delineou em sua previsão econômica, disse um grupo de think tank (especializado em projetar ideias e estratégias) com sede em Tóquio nesta quinta-feira (3).

As descobertas destacam uma crescente dependência japonesa do trabalho migrante para compensar uma população cada vez menor, enquanto sua capacidade de atrair talentos estrangeiros foi questionada pelos rígidos controles de fronteira da Covid-19 que bloquearam estudantes e trabalhadores.

O Japão deve aumentar o número de trabalhadores estrangeiros para 6,74 milhões até 2040 para sustentar o crescimento econômico médio anual de 1,24%, com base em um cenário otimista de "alto crescimento" que o governo estabeleceu em sua projeção de longo prazo, disse o think tank, incluindo um braço de pesquisa da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) afiliada ao Ministério das Relações Exteriores, em um relatório.

O número seria quase 300% maior do que os atuais 1,72 milhão de trabalhadores estrangeiros, que representam cerca de 2,5% da força de trabalho.

"Devemos discutir a aceitação de trabalhadores estrangeiros com maior senso de urgência, pois a competição por força de trabalho cresceria no futuro contra países como a China", disse o presidente da JICA, Shinichi Kitaoka, em um simpósio focado na pesquisa nesta quinta-feira.

"Precisamos tomar medidas para tornar o Japão atraente a longo prazo, um país a ser escolhido por trabalhadores estrangeiros."

O estudo ressaltou que o Japão perderia mais de 10% de sua força de trabalho nas próximas duas décadas.

Sua população atingiu o pico em 2008 e diminuiu desde então devido à baixa taxa de natalidade para cerca de 125 milhões no ano passado. A população em idade ativa está diminuindo ainda mais rapidamente devido ao envelhecimento.

O estudo também levou em conta o estoque de capital, que continuaria a crescer 1% ao ano graças ao investimento em tecnologias de automação.

A questão dos trabalhadores estrangeiros e da imigração em geral há muito é sensível na terceira maior economia do mundo, onde muitas pessoas valorizam a homogeneidade étnica.

Mas a pressão aumentou para abrir as fronteiras e a escassez de trabalhadores levou o governo a criar novas categorias de vistos.

Cerca de metade dos trabalhadores estrangeiros do Japão vêm do Vietnã e da China. Os especialistas disseram esperar que o número de imigrantes de lugares como Camboja e Mianmar aumente rapidamente nas próximas duas décadas.

No entanto, o grupo disse que a oferta de mão de obra migrante ficará constantemente aquém da demanda sob o atual sistema de imigração e o Japão deve considerar mais vistos de longo prazo.

O estrito fechamento das fronteiras para não-japoneses por causa do coronavírus levantou a preocupação de que o Japão possa perder sua reputação como um destino atraente para talentos estrangeiros.
Fonte: Alternativa com Reuters

quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

Exportações do Japão aumentam com melhora na produção de carros

Os embarques de automóveis tiveram uma alta de 4,1% em novembro

exportações do Japão
As exportações do Japão aceleraram em novembro, à medida que as restrições de oferta diminuíram ligeiramente para as grandes montadoras do país, embora as importações tenham atingido um recorde de alta nos custos de materiais, o que pode prejudicar o consumo das famílias.

Os dados comerciais foram divulgados dias depois que a pesquisa tankan trimestral do Banco do Japão mostrou uma melhora no sentimento do setor de serviços, sugerindo que o consumo robusto apoiará a recuperação, embora a nova variante Ômicron e os custos crescentes continuem sendo riscos de baixa.

As exportações aumentaram 20,5% em novembro em relação ao ano anterior, segundo dados do governo divulgados nesta quinta-feira (16), o nono mês consecutivo de aumento, ligeiramente inferior às previsões de um ganho de 21,2%, mas bem acima de um aumento de 9,4% no mês anterior.

Os embarques de automóveis - item de exportação número 1 do Japão - aumentaram 4,1% em relação ao ano anterior, marcando o primeiro aumento em três meses, embora as exportações de veículos para os Estados Unidos e China tenham diminuído com relação ao ano anterior.

"O salto nas exportações em novembro sugere que a maioria das restrições da cadeia de suprimentos no setor automotivo já havia diminuído no mês passado", disse Tom Learmouth, economista para o Japão da Capital Economics.

"As exportações permanecerão fortes nos próximos meses, à medida que as exportações de veículos automotores se recuperam ainda mais e a demanda externa por bens de capital continua crescendo."

Além de carros, os embarques crescentes de aço, equipamentos de semicondutores e chips foram os que mais contribuíram para o aumento, disse um funcionário do governo.

Os embarques para a China, o maior parceiro comercial do Japão, aumentaram 16,0% com relação ao ano anterior, mostraram os dados.

As importações aumentaram 43,8% com relação ao ano anterior em novembro, para ¥8,32 trilhões (US$ 72,87 bilhões), a maior quantidade de ienes desde que dados comparáveis ​​foram disponibilizados em janeiro de 1979. Houve um aumento de 144,1% em combustíveis como petróleo, gás natural e carvão.

O crescimento das importações acelerou de 26,7% em outubro e foi maior do que a previsão dos economistas de 40,0%.

Isso trouxe um déficit comercial de ¥954,8 bilhões, o maior desde janeiro de 2020 e excedendo a estimativa média de ¥675,0 bilhões.

"Embora o iene fraco tenha certos benefícios, como aumentar a competitividade dos exportadores e os gastos dos turistas que chegam, mais fabricantes japoneses mudaram as bases de produção e os controles de fronteira devido à Covid-19 impediram a entrada de turistas", disse Masato Koike, economista sênior da Dai-ichi Life Research Institute.

"O aumento dos custos está pesando sobre o Japão, quando um iene fraco tem menos impacto no aumento das vendas de bens e serviços."

A última pesquisa tankan do BOJ na segunda-feira mostrou o aumento dos custos das matérias-primas obscurecendo as perspectivas corporativas e econômicas. O presidente do BOJ, Haruhiko Kuroda, disse na quarta-feira que a inflação pode se aproximar de sua meta de 2%.

No entanto, é improvável que o banco central mude sua política monetária moderada na próxima revisão das taxas de juros na sexta-feira.

Espera-se que a terceira maior economia do mundo registre um forte crescimento em outubro-dezembro, após uma contração no terceiro trimestre, à medida que os gastos das famílias melhoraram com as baixas infecções por coronavírus.
Fonte: Alternativa com Reuters

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Produção global da Toyota em outubro tem queda de 25% por falta de peças

A Toyota disse que suas operações retornarão ao normal pela primeira vez em 7 meses no mês de dezembro

Toyota
A Toyota disse nesta segunda-feira (29) que sua produção global afundou 25,8% em outubro comparado ao ano anterior para 627.452 veículos pelo 3º mês consecutivo de declínio, atingida pelas restrições de fornecimento persistentes incluindo para semicondutores.

Com muitas entregas de veículos da Toyota adiadas, as vendas globais, enquanto isso, caíram 20,1% para 677.564 unidades, de acordo com a montadora japonesa.

A Toyota e outras montadoras vêm sendo forçadas a cortar produção em resposta à crise global de chips e de outras peças causada por fechamentos de fábricas no Sudeste Asiático devido a aumentos nos casos de coronavírus.

Em setembro, a produção global da Toyota caiu 39,1% no ano.

A montadora tentou absorver o impacto da interrupção da rede de fornecimento ao produzir peças em outras áreas, mas a produção ainda estava bem abaixo de seu plano de 880.000 mil unidades.

Entretanto, a Toyota disse em um comunicado de imprensa que planos de produção para novembro em diante “devem estar a níveis altos”.

A montadora disse no início deste mês que tem a expectativa de produção recorde global de 850.000 a 900.000 unidades em novembro, visto que restrições sobre atividades econômicas no Sudeste Asiático vinham sendo abrandadas recentemente.

Sua produção global em dezembro deve chegar a 800 mil veículos, um recorde de alta para o mês, disse a companhia.

Para o ano fiscal de 2021, ela planeja produzir 9 milhões de veículos globalmente, queda do plano inicial de 9,3 milhões de unidades.

No Japão, sua produção em outubro caiu 50,9% em comparação ao ano anterior para 151.918 unidades, queda pelo 3º mês consecutivo.

Todas as 14 plantas da montadora no Japão enfrentaram cortes de produção em outubro, mas a Toyota disse que suas operações retornarão ao normal pela primeira vez em 7 meses no mês de dezembro.
Fonte: Portal Mie com News and Culture

segunda-feira, 1 de novembro de 2021

Suzuki: parte das operações serão suspensas em novembro

Pelo terceiro mês consecutivo a montadora, com sede em Shizuoka, anunciou a suspensão parcial das operações

Suzuki Motor Japão
A Suzuki Motor informou na segunda-feira (1.º) que suspenderá algumas operações em sua planta de Sagara, em Makinohara (Shizuoka), em novembro, devido à falta de fornecimento de peças por causa da pandemia do novo coronavírus, mais especificamente no Sudeste Asiático. 

A montadora vem com operação parcial em suas fábricas domésticas de veículos acabados desde setembro devido à falta do fornecimento de autopeças. Em setembro 5 plantas foram fechadas por um total de 11 dias, e em outubro, foram 3 com paralisação por 6 dias.

A de Sagara será fechada por 1 dia em 13 deste mês. Nos períodos entre 1.º a 5 e 8 a 12, dois turnos serão suspensos por 10 dias. É onde se montam os veículos compactos, como Swift, Solo, X Bee, Ignis e outros. 

Até o momento não há informação sobre suspensão parcial em outras plantas de Kosai, Iwata, Hamamatsu e Osuka, cidade de Kakegawa.

Suzuki informou que o impacto da escassez de semicondutores na produção será de 350 mil unidades para todo o ano fiscal que termina em março de 2022, e que a suspensão das operações em novembro já foi levado em consideração.
Fonte: Portal Mie com Nikkei e Response

quinta-feira, 21 de outubro de 2021

Número de falências ligadas à pandemia já passa de 2.200 no Japão

Os casos aumentaram acentuadamente a partir de março deste ano devido à terceira onda de infecções

falências

O número de falências relacionadas à pandemia do coronavírus passou de 2.200 no Japão, informou o Teikoku Databank na quarta-feira (20).

Somente em outubro, até as 16h de quarta-feira, mais de 50 falências foram registradas.

Esses números incluem casos de consolidação legal ou suspensão de negócios com dívidas inferiores a ¥10 milhões.

As falências em pequena escala de menos de ¥100 milhões foram responsáveis ​​por 1.308 casos, enquanto os casos em grande escala com passivos de ¥10 bilhões ou mais responderam por apenas cinco casos.

O número de falências aumentou acentuadamente a partir de março deste ano devido à terceira onda de infecções que ocorreu em dezembro e janeiro e ao desaparecimento da demanda durante os feriados de fim de ano, além dos efeitos do estado de emergência.

Nessas circunstâncias, o número de casos em setembro atingiu um recorde mensal de 178 devido à influência da quinta onda em agosto.

Em outubro, 54 falências foram confirmadas até agora, mas esse número deve aumentar até o final do mês.

O setor de restaurantes foi o mais afetado, com 383 casos, seguido por construção e obras (229), atacado de alimentos (118) e hotelaria (113).

Por província, Tóquio foi a mais afetada, com 484 falências, seguida por Osaka (231), Kanagawa (130) e Fukuoka (113). Somente Tóquio e Osaka responderam por 31,9% de todos os casos.
Fonte: Alternativa

quarta-feira, 13 de outubro de 2021

Mitsubishi Electric suspende produção de refrigeradores em Shizuoka

O mesmo problemas enfrentado pelas montadoras com a falta de peças agora também afeta fabricantes de outros segmentos

Mitsubishi Electric
Um número crescente de infecções por coronavírus no Sudeste Asiático já forçaram montadoras japonesas a cortarem produção, visto que o fornecimento de peças foi afetado. Agora, o mesmo problema está atingindo as fabricantes de eletrônicos.

A Mitsubishi Electric suspendeu a produção de refrigeradores domésticos até 22 de outubro.

A linha de produção fica em sua planta na província de Shizuoka, mas a decisão foi levada pela situação do coronavírus no Sudeste Asiático que forçou fábricas de peças na região a interromperem operações.

A Mitsubishi Electric espera compensar a escassez na fabricação de refrigeradores após retomar a produção.

Montadoras japonesas como a Toyota e Honda vêm cortando produção em parte devido à propagação das infecções no Sudeste Asiático.
Fonte: Portal Mie com NHK

quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Fábricas da Suzuki em Shizuoka vão parar por 1 a 3 dias em outubro

A montadora vem enfrentando escassez de chips e outras peças automotivas

Suzuki
A Suzuki Motor anunciou nesta quinta-feira (30) que fechará duas fábricas na província de Shizuoka por um a três dias em outubro devido à escassez de chips e outras peças automotivas.

A disseminação do coronavírus no sudeste da Ásia está dificultando a aquisição de peças porque alguns países adotaram restrições e a produção das fábricas nesses locais foi afetada.

A Suzuki vai paralisar a fábrica número 1 em Kosai por três dias, em 1, 4 e 29 de outubro; a fábrica 2 por dois dias, em 1 e 29, e a unidade de Hamamatsu por um dia, em 4 de outubro.

As fábricas de Iwata e Sagara (Makinohara) não serão afetadas em outubro, segundo a montadora.

A Suzuki suspendeu a produção por até cinco dias nas fábricas de Shizuoka em setembro devido ao mesmo problema da falta de peças.

A fábrica de Kosai é responsável pela montagem de modelos como Alto, Spacia, Wagon R, Hustler e Jimny. Já a unidade de Hamamatsu produz motocicletas como GSX-R1000R ABS e V Strom 1050XT ABS.
Fonte: Alternativa com Reuters

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Fábricas da Suzuki em Shizuoka vão parar por até 5 dias em setembro

A disseminação do coronavírus no sudeste da Ásia está dificultando a aquisição de peças

Fábricas da Suzuki
A Suzuki Motor anunciou nesta quinta-feira (2) que vai expandir a paralisação de suas fábricas na província de Shizuoka em setembro.

A disseminação do coronavírus no sudeste da Ásia está dificultando a aquisição de peças porque alguns países adotaram restrições e a produção das fábricas nesses locais foi afetada, segundo a montadora.

A fábrica de Sagara, em Makinohara, que já havia decidido suspender a produção por três dias, aumentou a paralisação para cinco dias.

A unidade de Iwata vai paralisar todas as operações por dois dias e suspender as atividades em dois dos três turnos por três dias.

Em Kosai, a unidade 1 vai suspender dois turnos por 10 dias e todas as operações por um dia.

A Suzuki estima um corte de produção de 350 mil veículos neste ano fiscal, que termina em março de 2022, devido à escassez de semicondutores e de outras peças automotivas.

Cronograma de paralisação das fábricas da Suzuki
Iwata: 1, 2 e 3 de setembro (dois turnos) e 6 e 7 de setembro (todos os turnos)

Kosai (unidade 1): 13 a 17 e 20 a 24 de setembro (dois turnos) e 18 de setembro (todos os turnos)

Kosai (unidade 2): 18 de setembro (todos os turnos)

Sagara: 1, 2, 3, 11 e 18 de setembro (todos os turnos)

Hamamatsu: 13 de setembro (todos os turnos)
Fonte: Alternativa

segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Daihatsu anuncia paralisação temporária em 4 plantas

A montadora japonesa terá redução de 20% de sua produção com a paralisação

Daihatsu
A Daihatsu Motor anunciou na sexta-feira (20) que paralisará suas quatro principais plantas nacionais por até 17 dias. 

A produção será reduzida em 30 a 40 mil unidades, de agosto a setembro. Em relação ao mesmo período do ano anterior, a produção será reduzida em cerca de 19 a 25%. 

Além da escassez de semicondutores, a aquisição de peças da Malásia e do Vietnã foi adiada devido à disseminação da infecção pelo novo coronavírus.

A planta n.º 2, em Ryuo (Shiga) terá 17 dias de produção suspensa em agosto e setembro. A fábrica sede, em Ikeda (Osaka), paralisará 10 dias, e a Daihatsu Kyushu, em Nakatsu (Oita) terá produção suspensa por 8 dias.   

Isso afetará a produção do veículo kei Tanto e do SUV Rocky, entre outros modelos.  A Fábrica de Quioto, em Oyamazaki, também ficará fechada por um total de 3 dias.

A Daihatsu não divulgou seu plano anual de produção, mas disse que não terá como se recuperar até o final do ano devido ao grande número de cortes de produção. 

No sudeste da Ásia, os governos locais têm tomado medidas como restrições de movimento, o que está afetando a operação das fábricas de peças. A Toyota Motor, empresa controladora da Daihatsu, também anunciou que reduzirá a produção global em 40% em setembro.
Fonte: Portal Mie com Nikkei e Response