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sexta-feira, 22 de março de 2024

Daihatsu retomará produção do Tanto a partir de 10 de abril

Outros modelos voltarão a ser produzidos a partir do dia 25 de março
Daihatsu
A Daihatsu Motor Corporation anunciou na quinta-feira (21) que voltará a produzir dois modelos de automóveis a partir do dia 10 de abril, incluindo seu principal veículo leve “Tanto”, que havia sido suspenso devido ao problema de fraude de certificação, publicou a Kyodo News. 

A fábrica onde a produção será retomada fica na cidade de Ryuo, na província de Shiga. 

O Ministério de Terras, Infraestrutura, Transportes e Turismo retirou a ordem de suspensão dos embarques no dia 11 de março, afirmando que a Daihatsu já atendia aos padrões de segurança e desempenho ambiental (normas de segurança).

Além do modelo Tanto, a produção do Chiffon, da marca Subaru, também será retomada em abril. 

A Daihatsu anunciou que retomará as remessas do Daihatsu “Thor”, além do modelo “Roomy”, da controladora Toyota Motor Corporation, e do “Justy”, da Subaru, movimentado em sua fábrica de Kyoto no dia 25 de março.
Fonte: Alternativa

quarta-feira, 11 de maio de 2022

Paralisação da produção da Daihatsu foi mais longa

O feriado de Golden Week foi emendado com um dia a mais da suspensão da produção de uma das plantas da Daihatsu

Daihatsu
Antes do feriado da Golden Week, em 21 de abril, a Daihatsu informou que suspenderia a produção da planta de Ryuo (Shiga), por dois dias, ou seja, 9 e 10 de maio.

No entanto, a produção dessa planta acabou sendo suspensa por 3 dias, de 9 a 11.

Isso afetou a programação da produção de veículos como o Rocky, por exemplo, fabricado em Shiga.

E, também a planta de Ikeda (Osaka), a qual não tinha sido anunciada anteriormente a suspensão da produção, também acabou sendo incluída.

Em relação à de Quioto, a qual produz o Probox da Toyota, a montadora continua mantendo os dois dias previstos, 18 e 19 de maio.

De acordo com a Daihatsu Motor, o motivo é a escassez de semicondutores, bem como de autopeças dos fornecedores da Ásia, devido ao lockdown em Xangai, na China, por causa da epidemia do coronavírus.
Fonte: Portal Mie com MBS

sábado, 19 de fevereiro de 2022

Daihatsu informa paralisação de produção em março

A montadora teve que suspender a produção em janeiro por causa dos efeitos da disseminação da infecção pelo coronavírus. Desta vez, por falta de peças.

Daihatsu
A Daihatsu Motor, montadora com sede em Ikeda (Osaka), terá que suspender novamente a produção de 2 de suas plantas, por causa da escassez global de semicondutores e autopeças.

De acordo com o anúncio, a planta de Kyushu, situada em Nakatsu (Oita), será paralisada por 7 dias úteis, de 1.º a 9 de março. 

A planta de Ryuo (Shiga) terá paralisação de 1.º a 3, por 3 dias úteis.

As duas plantas produzem carros kei e compactos para o mercado interno, o que causará atraso nos pedidos. A Daihatsu informou que fará esforços para entregar o mais rápido possível.

Em janeiro até 1.º de fevereiro a montadora teve que suspender as produções das plantas da matriz e de Ryuo por causa dos efeitos da infecção pelo coronavírus.
Fonte: Portal Mie com NHK e TOS

segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Daihatsu anuncia paralisação temporária em 4 plantas

A montadora japonesa terá redução de 20% de sua produção com a paralisação

Daihatsu
A Daihatsu Motor anunciou na sexta-feira (20) que paralisará suas quatro principais plantas nacionais por até 17 dias. 

A produção será reduzida em 30 a 40 mil unidades, de agosto a setembro. Em relação ao mesmo período do ano anterior, a produção será reduzida em cerca de 19 a 25%. 

Além da escassez de semicondutores, a aquisição de peças da Malásia e do Vietnã foi adiada devido à disseminação da infecção pelo novo coronavírus.

A planta n.º 2, em Ryuo (Shiga) terá 17 dias de produção suspensa em agosto e setembro. A fábrica sede, em Ikeda (Osaka), paralisará 10 dias, e a Daihatsu Kyushu, em Nakatsu (Oita) terá produção suspensa por 8 dias.   

Isso afetará a produção do veículo kei Tanto e do SUV Rocky, entre outros modelos.  A Fábrica de Quioto, em Oyamazaki, também ficará fechada por um total de 3 dias.

A Daihatsu não divulgou seu plano anual de produção, mas disse que não terá como se recuperar até o final do ano devido ao grande número de cortes de produção. 

No sudeste da Ásia, os governos locais têm tomado medidas como restrições de movimento, o que está afetando a operação das fábricas de peças. A Toyota Motor, empresa controladora da Daihatsu, também anunciou que reduzirá a produção global em 40% em setembro.
Fonte: Portal Mie com Nikkei e Response

terça-feira, 19 de maio de 2020

Daihatsu terá nova paralisação nas suas plantas do Japão

A montadora japonesa informou que terá que fazer nova paralisação temporária da produção
Daihatsu Move Canbus

A montadora Daihatsu informou na segunda-feira (18) que suspenderá parcialmente as operações das fábricas de automóveis acabados, do mercado interno, em junho, devido à fraca demanda por carros novos, por causa do novo coronavírus. Outro fator é o da falta de suprimentos adquiridos no exterior, por conta da pandemia.

A planta da matriz da indústria, em Ikeda (Osaka), irá parar temporariamente nos dias 4 e 5, 11 e 12, 18 e 19 e 25 e 26, no total de 8 dias. Lá a montadora produz Boon e Thor, de sua marca, e também os modelos da Toyota, Passo e Roomie.

Na planta de Quioto onde se produz o Move Canbus da sua marca e Succeed e Pro Box da Toyota, irá parar nos dias 5, 12, 19 e 26 de junho, total de 4 dias úteis.

A planta 1 de Kyushu, na cidade de Nakatsu (Oita), irá ter paralisação por 4 dias, em 4 e 5 e 11 a 12 de junho. Já a planta 2 vai parar 2 dias, 5 e 12.

Em Shiga, na planta de Ryuo, onde se fabrica o novo modelo do Rocky, não há previsão de parar temporariamente a produção em junho. Mas informou que irá reduzir as horas extras dos operários para fazer o ajuste de produção.

Outra montadora japonesa, a Toyota, deverá anunciar mais paralisações em junho também, em suas 15 plantas do país.
Fonte: Portal Mie com Response e Autocar

quinta-feira, 16 de abril de 2020

Daihatsu estende a paralisação em 3 fábricas

Outra montadora que já havia informado sobre a paralisação temporária, anunciou que estenderá a data
Daihatsu

A Daihatsu anunciou na quarta-feira (15) que, devido à disseminação do novo coronavírus, a operação das fábricas de veículos acabados, no país, será parcialmente suspensa.

Os motivos para essa decisão são dois, sendo um deles a situação de entrega de algumas peças adquiridas no exterior, dos países do sudeste asiático, e o outro é por causa da demanda do mercado automobilístico.

A planta de Ryuo, em Shiga, parada desde 13 com previsão de retorno em 21 será prorrogada para 24.

A fábrica da sede, em Ikeda (Osaka) interromperá as operações nos dias 1.º, 11 e 12 de maio, enquanto a de Quioto ficará paralisada entre dias 1.º a 11. Além disso, de 2 a 10 tem feriado de Golden Week no calendário da fabricante.
Fonte: Portal Mie com Daily Automotive News Online e Response

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Mão de obra valiosa em Shiga, incluindo a brasileira

As indústrias dependem da mão de obra estrangeira, incluindo a brasileira. “É uma força valiosa, sem ela não se mantém uma indústria”, diz gerente de Shiga
Mulheres brasileiras em uma indústria de Shiga

O jornal Mainichi desta quinta-feira publicou uma extensa matéria sobre o pilar que sustenta a economia japonesa, composto dos recursos humanos estrangeiros. São essenciais para a indústria japonesa, também em Shiga.

O repórter visitou uma indústria de equipamentos elétricos na cidade de Konan (Shiga). Lá encontrou na linha de produção muitas mulheres brasileiras, cerca de 20, trabalhando em um ambiente sem graxas. “Apesar da característica alegre estão em silêncio”, diz a matéria. Mas isso tem uma explicação. Um cartaz indica “eu não converso durante o serviço”.

Ricardo Noda, 45, é o nikkei brasileiro que coordena e verifica a atividade laboral. Também é intérprete e serve de exemplo para demonstrar como deve realizar as tarefas.

Cartaz com regras cumpridas pelas brasileiras
“Estrangeiros são forças valiosas, sem eles não mantemos uma indústria”, declarou o gerente industrial dessa planta para o jornal.

Segundo ele, nessa planta trabalham cerca de 300 empregados, dos quais 160 são estrangeiros, desde 15 anos atrás. 70% da mão de obra é feminina, tanto de brasileiras quanto de filipinas como haken shain. Mas também tem estagiários técnicos da Indonésia.

Os procedimentos são explicados e escritos em 3 idiomas: japonês, português e tagalog. Diferenças culturais dos países tiveram que ser superados por todos, inclusive pelo gerente industrial.

Para que os trabalhadores estrangeiros permaneçam no emprego realizam festas e bingos, com a presença dos familiares.

Em Nagahama (Shiga), o repórter encontrou uma indústria de processamento de metais, na cidade industrial, que conta com os estrangeiros. “O número absoluto de trabalhadores é insuficiente e o Japão precisa contar com estrangeiros para garantir o PIB atual”, declarou Kiyoshi Nishimura, Diretor de Desenvolvimento Técnico, 64 anos. A indústria emprega brasileiros através de empreiteira e estagiários técnicos vietnamitas, no total de 45 pessoas.
Fonte: Portal Mie com Mainichi

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Justiça manda empreiteira pagar indenização para brasileiros

Eles tinham contrato fixo, mas foram demitidos e processaram o empregador
Oito brasileiros conseguiram na terça-feira (11) um acordo com a empreiteira para qual trabalhavam em Shiga, depois de quatro meses de processo na justiça trabalhista. Eles haviam sido despedidos injustamente em 2009 e pediram ajuda do Sindicato Nakama de Osaka.
O processo começou em setembro de 2009. Os oito brasileiros trabalhavam numa fábrica em Nagahama como empregados fixos (shain) de uma empreiteira, em Koga.
Segundo o jornal Chunichi, a fábrica anunciou o fim do contrato de trabalho com a empreiteira em fevereiro de 2009. O brasileiros foram sendo demitidos de forma gradual. O último trabalhou até maio daquele ano.
O grupo pediu para ser readmitido mais indenização de 32 milhões de ienes que é a soma do salário que teriam de receber desde a demissão.
O Tribunal de Otsu conseguiu um acordo entre a empreiteira e os brasileiros, mas não se sabe a quantia paga.
“Estamos felizes por haver terminado”, disseram três dos oito brasileiros durante uma coletiva à imprensa depois do julgamento. “Não conseguiríamos nada sem o apoio do sindicato e de seus advogados”, afirmaram.
Fonte: IPC Digital

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Casa reúne estrangeiros em busca de ajuda

Depois do auxílio, alguns tornaram-se voluntários da Fukura no Ie, em Shiga
Uma casa de três cômodos, simples mas acolhedora, é onde estrangeiros de Shiga e Aichi aprendem a língua, a cultura e os costumes japoneses num clima de amizade e companheirismo. Criada há cinco anos pela professora aposentada Yuko Hayashi, a Fukura no Ie recebe seus visitantes de braços abertos a qualquer hora do dia para as mais diversas finalidades, que vão de ajuda para ler um documento em japonês até um bate-papo descontraído com os voluntários e participantes.
Em 2009, graças às aulas de japonês, dicas sobre entrevistas de emprego, auxílio no preenchimento de currículo, entre outros serviços prestados pelo grupo, mais de 50 estrangeiros conseguiram novos trabalhos. As atividades em prol da convivência multicultural foram reconhecidas pelo governo da província de Aichi, que, em novembro do mesmo ano, deu uma condecoração ao projeto. “Visando a um bom relacionamento entre estrangeiros e japoneses, desenvolvemos diversas atividades. O intercâmbio mútuo é algo importante e o reconhecimento dado não foi apenas a mim, mas a todos”, comenta a fundadora.
O nome da casa é uma homenagem à árvore que simboliza a cidade de Konan (Shiga), a fukura hida. Segundo Yuko, à medida que a árvore cresce, forma raízes profundas na terra e torna-se enorme. “Nesse sentido, nossa força é ainda pequena, mas nossa meta é que, com a união de várias pessoas, possamos nos tornar uma grande árvore”, explica.
Erika Ikeda, 35, voluntária peruana que colabora com a casa desde sua criação, dá aulas para adultos, reforço escolar para crianças e ajuda na manutenção do local. “Acho que num lugar com clima amistoso, as pessoas aprendem mais por se sentirem bem à vontade e descontraídas”, acredita. No entanto, ela revela que o número de alunos, principalmente brasileiros e latinos, vêm diminuindo. “Mas a casa estará sempre aberta para recebê-los de volta”, completa.
A brasileira Mari Sugihara, 36, tornou-se voluntária por acaso há dois anos. “Vim fazer uma consulta sobre como e onde poderia alugar um apartamento mais em conta. Gostei daqui. Fui convidada pela professora Hayashi para ser voluntária e aceitei”, lembra. “Muitas pessoas, por não saberem se comunicar, perdem oportunidades e têm dificuldades no dia a dia. Além de ajudar, também aprendo a cultura de outros países. Isso é gratificante”, relata a brasileira.
Para incentivar ainda mais o intercâmbio multicultural, são realizadas aulas de culinária internacional ministrada pelos próprios alunos. Reginaldo Takama, 31, frequenta a Fukura no Ie há cerca de um ano e a recomenda para quem acabou de chegar ao país ou está com alguma dificuldade. “Quando recebo algum aviso ou preciso preencher algum formulário em japonês, corro pra cá. Para quem não fala japonês, a 'casa' é essencial”, diz.
Foi o que fez a estudante do Camboja, Ong Sowannary, 24, que está há 9 meses no Japão e desde então participa das aulas oferecidas no local. “Aqui é muito prático e recebo muitas informações sobre o país, que procuro passar para os meus pais. Me sinto bem para aprender. Parece uma família”, constata a jovem. Yuko Hayashi se diz agradecida pelo ambiente amigável conquistado. “Todos vêm de boa vontade para ajudar e se divertir juntos. Aqui todos são bem-vindos”, convida.
A Fukura no Ie funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, mas atende em qualquer horário desde que o interessado comunique previamente pelo telefone (058) 756-7390.
A inscrição anual para associar-se custa ¥ 2 mil. Endereço: Shiga-ken Konan-shi Kochino-cho Furuwatari 142-2. Email: fukura@feeel.ocn.ne.jp.
Fonte: IPC Digital