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sábado, 5 de março de 2016

Japão: número recorde de famílias vivendo com auxílio do governo

auxílio do governo
O número de famílias vivendo de auxílio no Japão atingiu um novo recorde em dezembro de 2015, com mais de 1.6 milhões de casos, afirmaram representantes do governo nesta quarta-feira (2).

O Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar atribuiu o número, 1.965 casos a mais do que o mês anterior, ao aumento de famílias formadas por pessoas idosas que vivem sozinhas e sem renda.

O número de famílias dependentes de auxílios, formadas por pessoas com 65 anos de idade, ou mais, chegou ao patamar de 805.723 casos, alta de 1.877 casos se comparado ao mês anterior e somando 49.6% do total de registros.

Desses, mais de 90% são formados por apenas uma pessoa, segundo os dados do Ministério.

O número total de pessoas beneficiadas pelo auxílio era de mais de 2.1 milhões, com alta de 1.210 casos em novembro do ano passado. Este número representa 1.71% da população total do Japão, informou o Ministério.
Fonte: IPC Digital com Japan Today

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Japão lança plano para efetivar ao menos 50% dos trabalhadores temporários

Pessoas que buscam estabilidade no emprego poderão ter mais oportunidades nos próximos anos

trabalhadores temporários no Japão
O Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-estar Social anunciou na quinta-feira (28) o “Plano de Valorização e Conversão ao Contrato Efetivo”, que corresponde a novas medidas para aumentar as possibilidades de efetivação para trabalhadores temporários e de empreiteiras, informou o jornal Asahi nesta sexta-feira.

A meta principal para os próximos cinco anos é reduzir pela metade o número de trabalhadores temporários que estão nesta situação por falta de oportunidade de efetivação.

De acordo com dados de 2014 do Ministério, 18,1% dos trabalhadores temporários aceitavam as condições por falta de opção. Em 2020, o governo pretende reduzir este número para menos de 10%, melhorando as possibilidades de quem está em busca de um trabalho efetivo.

Para cumprir a meta, algumas medidas serão colocadas em prática. Uma delas é o oferecimento de treinamentos profissionais para os interessados. Um novo sistema que garante subsídios às empresas que contratarem pessoas com baixo estudo também será criado.

O objetivo é garantir a efetivação de trabalhadores que interromperam o estudo básico ou superior e possuem dificuldades de encontrar um emprego estável por isto.

No entanto, a principal preocupação do Ministério é com os trabalhadores de meia idade (entre 35 e 44 anos). Nos últimos 10 anos, o número de empregados temporários nesta faixa etária atingiu 30% do total.

No geral, são pessoas que trabalham em curtos períodos e que passaram dos 35 anos sem adquirir boa técnica ou experiência. Com a falta de assistência para este público, as possibilidades de retirá-los de uma situação de pouca estabilidade também são poucas.

A diferença salarial também é outro fator preocupante que está sendo analisado pelo governo. Segundo uma pesquisa do próprio Ministério, funcionários efetivos recebem em média ¥317 mil por mês, enquanto que os trabalhadores temporários têm salário médio de ¥200 mil.

No caso de trabalhadores na faixa dos 50 anos, os efetivos chegam a receber o dobro do salário dos temporários.

O Ministério chegou a elaborar um plano de redução de diferenças salariais, mas não conseguiu atingir metas relacionadas aos valores.

Para melhorar o tratamento destes funcionários, o gabinete do primeiro ministro Shinzo Abe irá criar um time no Ministério do Trabalho para cuidar de um plano intitulado de “Trabalhadores Iguais, Salários Iguais”.
Fonte: Alternativa

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Ministério da Saúde, Trabalho e Previdência Social do Japão cria atendimento telefônico em português

Ministério da Saúde, Trabalho e Previdência Social do japaoO Ministério da Saúde, Trabalho e Previdência Social do Japão, a fim de responder adequadamente às consultas dos trabalhadores estrangeiros, disponibilizou o serviço “Telefone de Consulta para os Trabalhadores Estrangeiros”, com atendimento em língua portuguesa.

Os atendentes estão capacitados para responder perguntas sobre legislação trabalhista, além de apresentar órgãos relacionados aos problemas envolvendo o tema.

O atendimento ocorre de segunda-feira à sexta-feira, das 10h às 12h e das 13h às 15h, através do número 0570-001703. É cobrada apenas a tarifa de ligação pela operadora.

Alertamos que nos dias de feriado japonês não há atendimento.
Fonte: Consulado do Brasil em Tóquio

terça-feira, 19 de maio de 2015

Rendimento anual dos trabalhadores cresce, mas salário base cai em 2014

Segundo um relatório do governo, as horas extras aumentaram 1,6% e o bônus teve crescimento de 3,1%

salário base japãoO rendimento anual dos trabalhadores no Japão aumentou 0,5 por cento, em média, no último ano fiscal (entre abril de 2014 e março de 2015), mas o salário base diminuiu 0,2% no período, segundo relatório divulgado nesta terça-feira pelo Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-estar Social.

Segundo o jornal Nikkei, o rendimento médio do trabalhador foi de ¥315.984 por mês, incluindo horas extras e bônus, no primeiro aumento depois de quatro anos seguidos de recuo.

O salário base, que inclui os adicionais e alguns benefícios, ficou em ¥240.926, registrando uma queda pelo nono ano consecutivo, segundo o governo.

Ainda segundo o relatório, as horas extras aumentaram 1,6 por cento no ano fiscal de 2014, para uma média mensal de ¥19.664. O bônus cresceu 3,1 por cento e ficou em ¥55.394.

O setor de produção registrou a maior alta no rendimento anual, de 1,6 por cento (¥380.976 por mês), seguido da área de construção civil (1,1 por cento, para ¥376.142).
Fonte: Alternativa

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Japão: acidentes de trabalho aumentam

O governo enviou um comunicado a todos os setores trabalhistas para que apliquem medidas de segurança

Acidentes de trabalho no JapãoO Ministério da Saúde, Trabalho e Bem Estar Social do Japão divulgou nesta terça-feira que 437 pessoas morreram em acidentes de trabalho no primeiro semestre deste ano, um aumento de 19,4 por cento em relação ao mesmo período de 2013.

Este foi o maior crescimento registrado nos últimos cinco anos, informou o governo.

Segundo o jornal Mainichi, o aumento pode estar vinculado à falta de mão-de-obra em alguns setores, fazendo com que os trabalhadores enfrentem longas jornadas e percam a concentração, ou então pela contratação de pessoas sem experiência por parte das empresas.

O setor de transporte foi o que mais registrou mortes no primeiro semestre, totalizando 55, um aumento de 61,8 por cento em relação ao ano passado. Acidentes fatais também ocorreram nos setores de construção e produção.

Já o número de pessoas feridas em acidentes de trabalho chegou a 47.288 no primeiro semestre, um aumento de 3,6 por cento em comparação ao mesmo período de 2013.

O Ministério do Trabalho enviou um comunicado a todos os setores trabalhistas para que apliquem as medidas de segurança de forma mais intensiva e orientem melhor os novos funcionários sobre os cuidados na função que desempenham.
Fonte: Alternativa