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sábado, 29 de maio de 2021

Ofertas de emprego sofrem leve queda no Japão em abril, diz governo

A taxa de desemprego subiu de 2,6% em março para 2,8% no mês passado

taxa de desemprego
A taxa de desemprego no Japão aumentou e a disponibilidade de trabalho caiu em abril, mostraram dados na sexta-feira (28), ressaltando que a batalha prolongada do país contra a Covid-19 ainda afeta a economia.

Dados separados mostraram que o núcleo dos preços ao consumidor em Tóquio caiu em maio, com expectativas de que a inflação permanecerá bem abaixo da meta de 2% do banco central por enquanto.

O governo estendeu o estado de emergência em nove províncias para combater a pandemia por cerca de três semanas, até 20 de junho, obscurecendo as perspectivas para a frágil recuperação.

A taxa de desemprego do Japão subiu de 2,6% em março para 2,8% em abril, segundo o governo, superando a previsão média do mercado de 2,7%.

A proporção de empregos para candidatos ficou em 1,09, abaixo de 1,10 do mês anterior.

"As ofertas de emprego podem ter caído novamente em maio devido ao terceiro estado de emergência. Isso pode travar ainda mais a recuperação do emprego", disse Tom Learmouth, economista da Capital Economics.

"Mas, mais à frente, ainda esperamos que o emprego e a força de trabalho voltem aos níveis anteriores da pandemia na segunda metade do ano, à medida que as vacinas permitem que a economia volte à saúde plena."

Os principais preços ao consumidor em Tóquio, considerados indicadores importantes dos números nacionais, caíram 0,2% em maio em relação ao ano anterior.

A economia do Japão encolheu no primeiro trimestre e muitos analistas esperam que qualquer recuperação no trimestre atual seja modesta, já que o novo estado de emergência prejudicou o consumo.

A fraca demanda doméstica alimentou temores de um retorno à deflação, mesmo com outras grandes economias vendo a inflação disparar, mantendo o Banco do Japão sob pressão para manter um estímulo massivo.
Fonte: Alternativa com Reuters

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Coronavírus deixou 22% dos estrangeiros sem trabalho em Shizuoka, diz pesquisa

Além disso, 13% disseram que foram obrigados a tirar seus filhos das escolas
estrangeiros residentes no Japão

Uma pesquisa realizada pelo governo de Shizuoka mostrou que 22% dos estrangeiros residentes na província ficaram desempregados devido aos efeitos do coronavírus, informou o Shizuoka Shimbun nesta quarta-feira (22).

A pesquisa, realizada entre 5 e 30 de junho, coletou informações pela internet, redes sociais e também ouviu estrangeiros, incluindo brasileiros, que moram em apartamentos públicos administrados pela província.

De acordo com o levantamento, 22,1% disseram que perderam o emprego por causa da pandemia e que estavam procurando um novo trabalho. Quase metade dos estrangeiros respondeu que o emprego foi mantido, mas o salário diminuiu, e 16% relataram que o coronavírus não teve nenhuma influência em seus trabalhos.

Além disso, 13,1% dos estrangeiros disseram que foram obrigados a tirar seus filhos das escolas japonesas, internacionais ou brasileiras por não terem condições de arcar com os gastos educacionais e 3,4% estão pensando em fazer o mesmo.

O Departamento de Convivência Multicultural da Província de Shizuoka, que conduziu a pesquisa, disse que vai estudar uma forma de ajudar os estrangeiros afetados por intermédio de entidades que oferecem apoio.

Uma nova pesquisa deverá ser feita em setembro porque os casos de coronavírus no Japão voltaram a aumentar e isso pode afetar ainda mais o mercado de trabalho para os estrangeiros.
Fonte: Alternativa

sábado, 30 de outubro de 2010

Índice de desemprego no Japão cai para 5% em Setembro.

A proporção foi de 55 vagas para cada 100 pessoas procurando emprego
O índice de desemprego no Japão baixou para 5% em setembro marcando seu terceiro mês de queda, informou na sexta-feira (29) o governo. Este ano, a maior alta até agora foi em junho quando o índice chegou a 5,3%.
O número de pessoas sem emprego é de 3,4 milhões ou 230 mil a menos que agosto, segundo um informe divulgado pelo ministério do Interior e das Comunicações.
O número de ofertas aumentou sendo 55 vagas para cada 100 pessoas procurando um recolocação. Em agosto, o número de ofertas foi de 54 e, em julho, 53.
O índice de setembro ficou ainda abaixo do esperado pelos analistas, que era de 5,1% permanecendo abaixo dos índices dos principais países industrializados.
Fonte: IPC Digital
Postado por shigoto.com agencia de turismo

sábado, 11 de setembro de 2010

Desemprego em julho foi desigual para as faixas etárias

Mas para a faixa de idade da maioria dos brasileiros no Japão, o índice de desemprego vem flutando pouco
O desemprego no Japão atingiu diferentemente todas as faixas etárias no período entre junho e julho, informou o ministério do Interior e Comunicações.
Na faixa entre 15 e 24 anos de idade, o índice recuou de 10,7% para 9%. Outro grupo em que o desemprego caiu foi o das pessoas com 35 a 44 anos de idade. O percentual para eles ficou em 4,9% em junho e 4,3% em julho. A partir dos 65 anos de idade, o desemprego também recuou, de 2,8% para 2,5%.
No entanto, para a faixa entre 25 e 34 anos de idade, o desemprego aumentou de 6% para 6,1%. Também houve aumento no índice para os trabalhadores nas faixas de 45 a 54 e de 55 a 64. A primeira subiu de 3,9% para 4,3%, e a segunda de 4,6% para 5%.
Nas faixas de idade nas quais está a maioria dos trabalhadores brasileiros no Japão – 25 a 34 e 35 a 44 – o desemprego vem variando muito pouco. Na primeira, o índice recuou por três meses consecutivos até aumentar em julho, mas sempre na casa dos 6%. Na sgunda faixa, o índice cresceu por quatro meses até junho e recuou em julho, sempre variando entre 4,3% e 4,9%.
Fonte: IPC Digital