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quarta-feira, 30 de junho de 2021

Japão: queda no número de pessoas procurando emprego

Número de pessoas procurando emprego cai 11,7%, mas mercado continua abalado pela pandemia

emprego no Japão
Segundo o relatório publicado na terça-feira (29) pelo Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-estar, o número de pessoas procurando emprego em maio diminuiu 11,7% em relação em abril.

O número de candidatos por vaga manteve o índice de 1,09, o que significa que há praticamente 1 candidato por vaga.

As empresas em maio abriram contratações para 686.225 pessoas, número que é 7,7% maior do que no ano passado.

Embora o mercado esteja tentando se recuperar, a situação continua crítica, e o número de contratações ainda é 26,9% menor do que em maio de 2019.

A indústria manufatureira foi o setor que mais abriu contratações, com uma taxa de aumento de 30,3% em relação ao mês de maio de 2020. Em seguida, destaca-se a indústria de entretenimento e serviços, com aumento de 21,7%.

As província que registraram os maiores índices de número de candidatos por vaga foram: Fukui, Shimane e Akita, com 1,81, 1,60 e 1,57, respectivamente. Já as províncias de Okinawa, Tóquio e Osaka registraram os menores índices: 0,83, 0,85 e 0,90, respectivamente.

“O número de contratações continua em níveis baixos e a situação ainda é crítica. As contratações não terão uma recuperação otimista nos próximos meses devido à instabilidade econômica”, comenta o ministério.
Fonte: Portal Mie com NHK

terça-feira, 30 de julho de 2019

Japão tem 67 milhões de trabalhadores; número é o mais alto dos últimos 6 anos

País registrou leve queda na taxa de desemprego, de 2,3%
empregos no Japão

Os dados referentes ao mês de junho do Ministério dos Negócios Internos e Comunicações mostram que a situação de empregos no Japão é positiva, com um aumento crescente no número de trabalhadores e recuo na taxa de desemprego.

De acordo com as informações da emissora NHK, em junho, 67,47 milhões de pessoas estavam empregadas. O número vem crescendo mês a mês nos últimos seis anos e quatro meses e desta vez, bateu um novo recorde. Em comparação a junho do ano passado, o país registrou 600 mil novas contratações.

A taxa de desemprego, que ficou em 2,3%, teve um recuo tímido de 0.1 pontos. O registro totalizou 1,62 milhão de desempregados, com um recuo de 60 mil pessoas com relação ao mesmo período do ano passado.

O número de trabalhadores temporários (por empreiteiras) e de meio período totalizou 21,48 milhões de pessoas. Com relação ao mesmo período do ano passado, houve aumento de 600 mil trabalhadores com este tipo de contratação.

De forma geral, o desempenho foi classificado como satisfatório pelo Ministério. “Por causa da falta de mão obra, mais mulheres e idosos estão entrando no mercado de trabalho. A situação de empregos no país continua melhorando gradualmente”, afirmou um porta-voz.
Fonte: Alternativa com NHK

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Setembro com taxa de desemprego de 2,3% e alta taxa de empregados no Japão

O mês de setembro teve uma taxa de desemprego de 2,3% e queda do número de pessoas desempregadas, em 100 meses consecutivos
taxa de desempregono Japão

O Ministério de Assuntos Internos e Comunicações do Japão informou na terça-feira (30) que setembro fechou com 2,3% de taxa de desemprego, em queda por 100 meses consecutivos. Traduzindo em número de desempregados, essa população é de 1,62 milhão de pessoas. Significa 280 mil a menos de desempregados em relação ao mês anterior, agosto.

Por outro lado, o levantamento mostra que número de empregados foi de 67,15 milhões de pessoas. Demonstra aumento de 1,19 milhão de pessoas.

Na faixa dos 15 aos 64 anos o índice de empregados é de 77,3%, o maior desde 1968, ou em meio século. Há uma contribuição efetiva das mulheres no mercado de trabalho, avalia o ministério.
Fonte: Portal Mie com Nikkei, Bloomberg e ANN

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Aumento de trabalhadores brasileiros em Fukui

O aumento do número de trabalhadores estrangeiros foi de 20% em Fukui, incluindo os brasileiros, mesmo em meio à falta de mão de obra
Trabalhadores brasileiros em Fukui

Após a divulgação da estatística dos trabalhadores estrangeiros pelo Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar, na semana anterior, a Secretaria de Trabalho de Fukui também fez o seu anúncio.

A secretaria informou que no fechamento em outubro do ano passado houve aumento de 20% de trabalhadores estrangeiros. Subiu de 6.460 para 7.770, mesmo em meio à falta de mão de obra na província.

Houve aumento também das empresas contratantes, passando para 1.207. A maioria dos estrangeiros trabalha no setor industrial, com 46% dos empregos.

Echizen é a cidade que mais abriga os trabalhadores vindos de fora com 43%, seguida pela capital homônima com 37%.

Ao olhar para a origem da mão de obra os chineses ainda são maioria com 30%. Depois vem a contribuição verde amarela com 2.277 traduzida em 29% e os vietnamitas com 17%.
Fonte: Portal Mie com Fukui Shimbun

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Estagiários estrangeiros devem receber o mesmo salário dos japoneses, obriga nova lei

Legislação para melhorar polêmico programa entra em vigor em novembro
Estagiários estrangeiros no Japão
 Uma nova lei para melhorar o programa de treinamento de estagiários estrangeiros do Japão vai entrar em vigor na quarta-feira (1), com o objetivo de conscientizar as empresas de que o projeto está destinado a "contribuições internacionais", após críticos dizerem que se tornou uma maneira barata de obter trabalhadores não qualificados de países em desenvolvimento.

A lei prevê o estabelecimento da Organização de Treinamento Técnico Interno (OTIT, sigla em inglês), que supervisionará grupos administrativos, como cooperativas de negócios e associações de comércio e indústria, atuando como agentes de contato entre empresas de acolhimento e países de onde os estagiários se originam.

As empresas anfitriãs serão obrigadas a criar um plano de treinamento para cada estrangeiro, que deve ser aprovado pelo OTIT. Se for reprovado, a empresa não poderá aceitar estagiários.

Para ser aprovado pela organização, as empresas terão de fornecer documentos que mostrem que os estagiários receberão o mesmo salário que os funcionários japoneses.

Além disso, as despesas do cotidiano, como as de refeições e moradias, precisam ser combinadas em um valor apropriado entre a empresa anfitriã e estagiários estrangeiros.

A OTIT também realizará inspeções no local de hospedagem, bem como as entidades administrativas, e se ocorrerem violações nos planos de treinamento as empresas poderão perder o direito de contratar estagiários.

Além disso, as empresas de acolhimento podem enfrentar penalidades como multas e prisões se cometerem violações de direitos humanos, inclusive abusando e ameaçando estagiários, bem como confiscando seus passaportes.

Ao mesmo tempo, as empresas e as organizações administrativas que mostrarem bons resultados, como ter uma taxa de aprovação elevada para exames de habilidade técnica entre seus estagiários, poderão estender o período máximo de treinamento dos três anos atuais para cinco e aceitar mais estagiários.

De acordo com a nova lei, os cuidadores de idosos serão adicionados a uma lista de empregos oferecidos a estagiários estrangeiros - o primeiro serviço de contato direto com pessoas no âmbito do programa.

A nova lei será aplicada a 77 categorias de emprego, incluindo cuidadores de idosos, agricultura e pesca e ocupações relacionadas à construção.

O número de estagiários estrangeiros tem aumentado a cada ano, com 251.721 pessoas que trabalham no Japão até o final de junho de 2017.

Segundo o Ministério da Justiça, 239 empresas anfitriãs e organizações administrativas cometeram atos ilícitos contra estrangeiros estagiários durante o período de um ano em 2016. Os casos mais comuns incluem o trabalho não remunerado.
Fonte: Alternativa

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Desemprego no Japão cresce em setembro e chega a 3,6%

desemprego no japaoO índice de desemprego no Japão aumentou para 3,6% em setembro, ante 3,5% no mês anterior, mostram dados do governo divulgados nesta sexta-feira. A taxa vinha recuando, mas voltou a crescer depois de três anos e quatro meses.

O índice médio entre oferta e procura situou-se em 1,09 ponto em setembro, ou seja, havia 109 ofertas por cada 100 candidatos. Mas se for considerar a disponibilidade de emprego por região, o cenário é outro. Tóquio registrou a maior média, de 1,61 vaga por candidato, seguido de Aichi (1,48) e Fukui (1,45). A oferta foi menor em Saitama (0,75), Kagoshima (0,76) e Aomori (0,79).

De acordo com dados do Ministério do Trabalho, Saúde e Bem-estar Social, o número de desempregados situou-se em 2,30 milhões, uma redução de 250 mil em relação ao mês anterior, enquanto o total de pessoas empregadas aumentou 480 mil, para 64 milhões em setembro. Por setor, os setores que mais empregaram foram saúde (16,4%), serviços (13%) e comércio varejista (10,4%).

Também nesta sexta-feira foi divulgado o índice de preços ao consumidor, que subiu 3,0% pelo décimo sexto mês seguido. Segundo o governo, o aumento reflete o impacto do combustível que o país precisou importar para cobrir a energia nuclear. Ela deixou de ser produzida no Japão devido à paralisação de todos os reatores nucleares.
Fonte: IPC Digital

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Recuperação econômica aumenta oferta de empregos no setor de alimentos e varejo

Um dos motivos é que a população ativa está diminuindo

Recuperação econômica aumenta oferta de empregos no setor de alimentos e varejoO aumento do imposto sobre o consumo não foi motivo para impedir o aquecimento na economia. As empresas adotam medidas urgentes para contratação, principalmente no setor de alimentos e varejo. A concorrência por funcionários em tempo parcial (part-time) e temporários (arubaito) aumentou, inclusive com elevação do valor pago e oportunidades para contratação efetiva. Isso representa uma mudança nesse setor que até então vinha sobrevivendo em meio à deflação, oferecendo baixos salários.

Um dos motivos é que a população ativa está diminuindo. Na província de Shimane, por exemplo os número de trabalhadores diminuiu em um quarto, comparado à época mais ativa.

“Com o envelhecimento e encolhimento da população há escassez de mão de obra. Acabou-se a era em que pessoas com potencial precisam trabalhar como part-time ou arubaito”, disse o presidente da First Retailing, Tadashi Yanai, ao anunciar que mudaria o contrato temporário dos seus 16 mil funcionários para efetivos. Acrescentou que esses funcionários terão direito a bônus, descanso remunerado e aumento de 20% na renda anual.

Com a escassez de candidatos, o valor pago para arubaito e part-time vem subindo. De acordo com os institutos de pesquisas sobre trabalho, a média é de ¥ 1 mil a hora, acima do valor registrado em dezembro. Algumas pesquisas indicam que a hora paga nas três grandes cidades bateu o recorde. A situação atual faz com que as empresas aumentem o valor das ofertas e melhorem as condições de trabalho.

Algumas empresas, como a rede de restaurantes Watami, permitirão que os funcionários “arubaito” se desloquem de carro ao trabalho e até estuda um subsídio para o estacionamento. Ao facilitar o acesso, a empresa espera reter funcionários e estimular novos candidatos.

A recuperação econômica – principalmente nas grandes empresas – se juntou às condições atuais do Japão, de redução no índice de natalidade e encolhimento da população.

A taxa de desemprego em fevereiro, de 3,6%, ¨está próximo do pleno emprego¨, segundo o diretor do Banco do Japão, Haruhiko Kuroda. A Recruit Jobs fez uma avaliação nas três grandes cidades (área metropolitana de Tóquio, Tokai e Kansai) e constatou que a média da hora paga para arubaito e part-time era de ¥ 948 em março, com aumento pelo nono mês seguido.

A falta de candidatos não é só nas grandes cidades. Também há vagas sobrando nas regiões mais afastadas. Em Yamagata, um restaurante da rede Ringerhut inaugurado em março, sequer registrou candidatos para a vaga de arubaito. O diretor Tatsuo Kawauchi disse que queria agenciar funcionários efetivos.

A Zensho Holdings decidiu adotar ¨administrações regionalizadas¨ para sete restaurantes da rede de ¨gyudon¨ Sukiya. Em fevereiro, eles passaram a oferecer um prato de refogado de difícil preparo. Quando os funcionários insatisfeitos pediram as contas, a empresa se viu obrigada a interromper o atendimento durante a madrugada ou em determinados horários em 250 estabelecimentos.

O responsável pelo setor de Relações Públicas da Zensho disse que há necessidade de ouvir melhor o que dizem os funcionários e criar uma organização onde todos possam respirar.
Fonte: IPC Digital

sábado, 21 de setembro de 2013

Presidente do Banco Central japonês vê recuperação

Haruhiko Kuroda promete manter a política ultrafrouxa por quanto tempo for necessário para superar a deflação

Haruhiko Kuroda: "Precisamos garantir que a inflação de 2% esteja firmemente ancorada na mente do público e que as pessoas ajam com base na assunção de que os preços vão subir 2%"
A recuperação econômica do Japão receberá ainda mais suporte da melhora no mercado de trabalho e da retomada das economias externas, afirmou o presidente do banco central, Haruhiko Kuroda, ao prometer manter a política ultrafrouxa por quanto tempo for necessário para superar a deflação.

Ele destacou que o BC não vai considerar como um sucesso apenas elevar a inflação para 2 por cento, meta que adotou neste ano, mas quer fortalecer as expectativas de altas sustentadas e contínuas dos preços.
"Precisamos garantir que a inflação de 2 por cento esteja firmemente ancorada na mente do público e que as pessoas ajam com base na assunção de que os preços vão subir 2 por cento", disse Kuroda.

"O Japão ver uma inflação de 2 por cento apenas temporariamente não é suficiente. Esse nível precisa ser sustentado de forma estável. Isso significa que as expectativas de inflação de longo prazo, não apenas a inflação ao consumidor, precisam alcançar 2 por cento", disse ele em seminário nesta sexta-feira.

Para garantir que a recuperação econômica permaneça nos trilhos após 15 anos de deflação, ele disse que o BC usará suas compras de títulos para manter os custos de empréstimo baixos por quanto tempo for necessário.
Fonte: Exame com Reuters

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Desemprego feminino cai ao nível mais baixo em cinco anos

Aumenta demanda de trabalho na área da saúde

A taxa de desemprego feminino no Japão caiu para menos de 4% pela primeira vez em cinco anos no ano fiscal de 2012, informou o diário Nikkei. A proporção ficou em 3,9% no ano fiscal que terminou em março de 2013, 0,6 pontos percentuais a menos que a dos homens.

O motivo foi o aumento da demanda na área da saúde e assistência social, o que ajudou a expandir a força de trabalho feminina. Em contrapartida, no setor industrial, que emprega principalmente os homens, os empregos dminuíram.

A taxa de desemprego no Japão foi de 4,3% no ano fiscal de 2012, 0,2 pontos percentuais a menos do que no exercício anterior. Em julho de 2009, o Japão registrou o máximo recorde de 5,6%.
Fonte: IPC Digital

sexta-feira, 29 de março de 2013

Desemprego no Japão sobe para 4,3% em fevereiro

DA REUTERS, EM TÓQUIO

downloadA taxa de desemprego no Japão subiu em fevereiro e a oferta de vagas ficou estável, em um sinal de que o mercado de trabalho precisa de mais tempo para se recuperar, a medida que a economia se levanta gradualmente de uma leve recessão.

O índice subiu para 4,3% em fevereiro, ante 4,2% em janeiro, em linha com as estimativas de economistas mostraram dados do Ministério de Assuntos Internos e Comunicações na manhã de sexta-feira (noite de quinta em Brasília).shigotogif

A relação vaga por candidato ficou estável em 0,85 em fevereiro, mesmo nível do mês anterior, que foi o nível mais alto desde agosto de 2008.

A oferta de novas vagas de trabalho subiu 1,5% em fevereiro ante o mês anterior, registrando alta de 4,7% ante o mesmo período do ano anterior.